“Só uma coisa somos com extrema facilidade: vulgares.” - George Bernard Shaw
domingo, 26 de janeiro de 2014
†Inerte†
Este é apenas um sonho, sonho este que está gravado em mim.
Entrou em um bar, de musica country. Estaria ali o que tanto procurava? Ficou em um canto do bar, apenas observando os transeuntes do estabelecimento, vezes ou outra, distraia-se com a música, até que o avistou, Sammael Santolli; um homem moreno, de cabelos negros como a noite, barba a fazer, olhos esverdeados, vestido tipicamente, como manda o recinto (perfeito... pensou ela). Observava-o em todos os seus movimentos, via o quanto as humanas se encantavam pela sua beleza, e interessou-se por ele.
Permaneceu, em seu lugar, até que resolveu se aproximar, lentamente, e simplesmente sorriu para ele; seu sorriso era encantador, sedutor, ele retribuiu aquele convite a perdição, então após poucas palavras trocadas eles resolveram sair dali.
Beijou-lhe os lábios quentes, enquanto suas mãos acariciavam seu pescoço; ele sentiu um leve tremor, suas mãos eram frias, e a cada toque sentia-o estremecer.
Enquanto beijava-lhe suas unhas afiadas passeavam pelas costas, lentamente, num vai e vem, enquanto ele gemia de prazer, e aproveitava a situação para abrir-lhe o vestido deixando-o cair sobre o tapete. Parou por um instante e contemplou o corpo que lhe era oferecido. Roupas íntimas negras, contrastando com a pele branca; ela delicadamente afastou-se, caminhando para o quarto, e ele a seguiu sem nada a dizer, deitou-se naquela cama, delicadamente trabalhada, ele observava-a da porta, e ela fez apenas um sinal, e murmurou, vem... ele rendeu-se deixando tudo esquecido.
Chegando ao lado da cama, ele a observava, como querendo entender porque tanto desejo; ela sorria, e lentamente abriu-lhe as calças, deixando o membro ereto mais a vista. Sorriu.
Ela estava sobre ele, e lentamente foi descendo, provocando com sua língua, cada parte de seu corpo, até chegar a seu membro ereto, deixava apenas roçar em sua pele fria, enquanto suas mãos o acariciavam, lentamente... Lambia-o, procurava ver o quanto aquele pobre rapaz conseguia se controlar, fazia-o estremecer e gemer de prazer, quando ele implorou-lhe que o deixasse entrar em seu templo tão sagrado, ela simplesmente, sentou-se sobre ele, fazendo-o estremecer ainda mais, em um vai e vem enlouquecedor, quando ela realmente deixou seus instintos aflorarem... a respiração dele já era quase incontrolável, ela notou sua jugular, saltada, deliciosamente pronta para o bote final, quando ele estava chegando ao êxtase, ela apoderou-se daquilo que tanto desejava, teu sangue, ele gemeu pela dor causada, tentou afastá-la , nas não conseguia... Ela sugou-lhe o ultimo fio de vida...
Autoria: Néliton Oliveira Santos
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