“Só uma coisa somos com extrema facilidade: vulgares.” - George Bernard Shaw

terça-feira, 23 de abril de 2013

Devaneios - Fetiche



Conheci uma garota uma vez que praticamente foi o divisor de águas na minha vida, era muito curiosa e queria muito saber e entender mais do meio SM, então eu disse a ela que se ela fizesse uma cena comigo então eu a adestraria como minha cadela, ela seria ensinada todos os dias, seria minha escrava 24/7 (24 horas por dia 7 dias por semana)...
Depois de eu lhe explicar algumas coisa e ela ler em sites e assistir vídeos ela topou, eu particularmente naquele instante estava numa fase pós apocalítica e queria muito transar num cenário medieval com uma freira... Um tio meu tem uma fazenda aqui perto da cidade com uma construção muito antiga, aquelas casas com um "cômodo" embaixo, uma masmorra, literalmente falando (que é pra onde eu fujo de vez em quando), comprei a fantasia de freira e a lingerie que ela usaria naquela noite, me certifiquei de que estaríamos sozinhos na fazenda então levei-a numa quarta a tarde... Quando ela entrou no carro eu já coloquei a coleira em seu pescoço segurei a guia e a prendi ao meu câmbio de marchas do carro. Amordacei e a vendei...

Chegamos na fazenda alguns minutos depois e la já estava com os bicos dos seios entumecidos, quase furando a blusa que ela estava usando, tinha um jeitinho nela que me fazia imaginar freiras, por isso a fantasia.

Chegamos e eu a puxei até a masmorra, foi um pouco difícil devido a sua pouca experiência em andar de quatro. Mas enfim chegamos, eu a despi, ela sem poder falar anda ou reclamar pois estava amordaçada e vendada, então coloquei a calcinha preta e o hábito santificado de uma freira, amarrei seus pulsos com um nó simples e então a prendi numa argola que ficava acima da sua cabeça preso em esteio grosso que sustentava o andar de cima...

Comecei a beijá-la e a acariciar, ela gemendo, e contorcendo, minhas mãos indo por baixo do hábito e tocando sua caverninha quente e molhada, foi quando me veio a mente pegar meu "kit tortura", coloquei-a de costas pra mim e a fiz abraçar o esteio de madeira, amarrei suas mãos de forma que ela ficaria ali abraçada enquanto era levemente invadida e "usada" por mim. Peguei meus chicotes, levantei o hábito e deslumbrei aquele lindo bumbum juvenil, comecei a aplicar golpes naquela bundinha pequena e branca...

Ela se retorcia, empinava e contraia aquela bunda gostosa, então eu comecei a bater mais forte, a vermelhidão da pele era um alucinógeno e eu só queria que ficasse mais vermelha, só queria deixar marcas, dai então me contive e a desamarrei e a deitei no chão agora sem a venda no rosto, vislumbrei aquele olhar felino que tanto me atiçava nas ultimas semanas, peguei eletrodos e pluguei nos mamilos durinhos dela, agora eu dava pequenos choques elétricos enquanto ela se retorcia num misto de prazer e dor...

Sim eletrodos daqueles que se compra em qualquer sexshop. Enfim, ela já estava toda molhada, seus fluidos escorriam pelas suas coxas e a calcinha já estava encharcada... Tirei sua calcinha com força, rasgando mesmo.. Aquele cheiro gostoso e convidativo de suor feminino era delicioso. Peguei um consolo médio e comecei a enfiar enquanto colocava um mini vibrador massageando seu clitóris.

Ela gozou rapidinho, e achou que já tinha acabado, mal sabia ela que havia apenas começado. Me sentei numa cadeira que estava ali do lado e a puxei pela guia da coleira, retirei sua mordaça e com uma vara nas mãos eu a corrigia quando tentava se levantar para chegar perto. Tem que vir de quatro, igual uma cadela que você é sua puta.

Chegando perto quis colocar a mão no meu membro, bati na sua mão e ela entendeu rapidinho que somente iria usar a boca pra chupar meu pau, começou a me chupar, ajoelhada e com as mãos pra trás ela engolia com maestria, como se fosse a ultima coisa doce do mundo, o ultimo alimento... Ela lambia e chupava e eu quase gozei naquela boquinha quente, mas queria comer aquela "freirinha" gostosa. A coloquei de quatro e bombei, e bombei, apertava os seios dela por cima do hábito.. Sentia os bicos duros entre meus dedos, era mágico

A puxei pela coleira e a deitei em sacos de café que estavam dispostos numa boa altura, os grãos de café machucavam suas costas enquanto eu profanava sua intimidade, estava muito boa aquela posição, depois de longos minutos entrando e saindo eu a coloquei de joelhos e enchi sua boca com meu sêmem, ela lambia e engolia cada gota, não podia desperdiçar, esse era seu prêmio, e ela recebera como a mais experiente cadela.

Eu me sentei novamente na cadeira e ela então se ajoelhou e abraçou meus pés, ficamos assim por um tempo, depois nos vestimos e fomos embora, nunca mais perdemos contato, vez ou outra eu a procuro, mas essa cena ficará registrada como a melhor de nossos encontros

Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 18 de Abril de 2013
Data da ultima revisão: 23 de Abril de 2013 - 07:53 horas
Este conto é parte da obra: Devaneios.

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