“Só uma coisa somos com extrema facilidade: vulgares.” - George Bernard Shaw
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Um dia perfeito - A reação
Porque tem que acabar? Porque não pode durar pra sempre? Aquele seu abraço no parque enquanto intercalava beijos e sorrisos eu achava mesmo que era pra sempre, que seria o início de uma linda história de amor... só que não!
Nem toda goiabada tem queijo, assim como nem todo abraço contém amor. Você disse que não daria pra continuar, eu relutei contra e não quis entender e aceitar, mas no fim eu aceitei, empurrei todo aquele amor prematuro e adocicado pra dentro da garganta e engoli. Tinha um gosto amargo agora, não era mais doce, deve por causa das lágrimas que tive que reprimir. Botei um falso sorriso no rosto e disse que iria ficar tudo bem, mas não dá, não consigo parar de pensar em você!
Hoje acordei e tinha um beija flor na minha janela, parece estranho mas me lembrei de você, ou melhor lembrei daquele único dia em que nos vimos no parque, a sutileza e os movimentos precisos da ave me lembravam o tremular dos seus cabelos soltos ao vento, o beijo vampírico que ele dava nas roseiras lembrava-me dos seus beijos carinhosos e intimamente vitais. Te juro que é verdade, eu sinto mesmo a sua falta!
Até escovar os dentes está sem graça, ultimamente tenho comido mal e dormido menos ainda, o cigarro voltou a me fazer companhia, e a garrafa de whisky de milho hoje me dará o ultimo gole. Eu que outrora era um libertino agora não me interesso por outra mulher que não seja voce! Somente seu corpo será meu templo e somente a sua mão poderá me trazer paz e acalento nesses dias turvos.
Eu sei que vou superar, afinal ninguém morre fisicamente de amor! Mas é que por dentro eu não estou legal, abriu-se um buraco negro que consome tudo o que eu tento absorver para me preencher, pensei em me mudar de cidade, mudar de emprego e dar um upgrade no visual. Mas eu ainda continuaria sendo apaixonado por você! Nem se as estrelas do céu virassem gotas de chuva jamais equiparar-se-iam ao volume de minhas lágrimas por ter que viver sem você! Foram apenas cinco horas juntos, mas que perpetuaram na memória, ecoaram na eternidade e me farão lembrar para sempre de você!
Com amor e carinho daquele sujeito estranho e cheio de manias que você não quis amar. Mil e um beijos!
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Um dia perfeito - O encontro
Pra falar a verdade, as vezes minto... Penso em você o tempo todo, enfim amanhã será nosso encontro...
Estava atrasado, em enrolei na saída do trabalho , atendi sua ligação com o receio de você dizer "deixa pra amanha, ja to te esperando a tempo demais". Mas pra minha alegria você também havia se atrasado, não demorou muito e eu já estava na rodoviária da sua cidade. O telefone tocou e você me disse que estava parada em lugar proibido que não era para eu me demorar.
Quando cheguei do lado de fora você estava lá toda linda naquele carro prata, seu cabelo era vistoso e sua boca parecia estar me chamando a cada vez que se movia. Fomos ao parque da cidade e na chegada tomamos um líquido para irrigar por dentro nossos corpos tímido de desejo e tesão.
Conversas fluídas como eu imaginei que seriam, eu bebendo energético pra em manter acordado,e ela suco de laranja pra se manter ocupada, eu flertando o tempo todo e você ela fazendo de santa, quer mas não quer, puxa mais depois solta, morde e assopra, é um jogo de sedução ao qual eu não estava habituado, mas estava amando cada segundo!
Peguei na sua mão e disse vamos caminhar? Ver os bichos? Quem sabe até vejamos o leão... você com aquela boca sensual me disse "sim, vamos".
Poucos metros de caminhada e eu j´segurava sua mão, atrevido te abraçava em cada oportunidade. Um atalho no caminho para ver os patos na lagoa. Não havia pato algum, eu já sabia disso, na verdade eu fingia que havia patos e você fingia que acreditava, no fundo só queríamos sair da vista das pessoas, nos esconder pra namorar.
Paramos no meio do caminho entre uma lagoa e outra e eu puxei seu corpo mais pra perto do meu, senti seus cabelos no meu rosto, sua respiração quente em meu pescoço, suas mãos a segurar forte meu ombro, você fica muda e nos falta uma coisa... O glorioso momento em que lhe dei o primeiro beijo intenso, com sabor de fruta mordida. Daquele tipo de beijo que te arrepia inteira, te entorta os pensamentos e excita cada fibra do seu corpo.
Depois disso não parávamos mais de nos beijar, íamos andando e nos beijando, brincadeiras sorrateiras e mais beijos. Queria que aquele momento não acabasse nunca, queria ficar com você até que não houvesse mais água na terra, até que todo ar fosse respirado, até que toda flor tivesse virado semente. Chegamos a outro ponto do parque e ficamos olhando os patos (é desa vez tinha patos), falamos sobre muitas coisas e eu te provocava com palavras e toques, você me seduzia com beijos e mordidas.
Nos sentamos a alguns metros dali na sombra de uma mangueira, o banco não era tão confortável mas valia a pena só por você estar comigo. você se sentou do meu lado e nós continuamos a conversar, a nos beijar, as horas passaram tão rápido entre beijos e beijos. Você me contava sua história e eu ouvia apaixonado, eu te contava a minha e você me olhava assustada, mas aos poucos foi se acostumando...
Não me lembro de alguma outra mulher ter feito com que eu sorrisse tantas vezes eu tão pouco tempo. Você realmente soube me conquistar, você sabia exatamente o que estava fazendo, e agora eu não conseguia mais parar de olhar pra você, eu já era seu e agora queria que fosse minha também Quero ter você sem pressa, sem hora marcada ou olhadas sorrateiras no relógio. Quero ter você por mais de uma noite, mais que um fim de semana, que dure pelo menos 700 ciclos solares. Que deixe lembranças quando voltar pra casa, que de saudade quando o telefone tocar, que sinta seu cheiro ao tirar minha roupa. Quero que seja instigante, inebriante... eterno.
Mas o mesmo sol que servia de testemunha de nosso romance também seria o traidor do nosso encontro. As horas passaram rápido demais na sua companhia, tínhamos que comer alguma coisa e nisso nos levantamos e fomos embora nos beijando e andando, andando e beijando...
Chegamos no carro e você rapidamente ligou o ar, abaixou os vidros e me olhou perguntando se eu estava com calor, até que eu estava mas nada estava mais quente que o meu coração batendo por ti. No caminho procuramos algum restaurante aberto, sem sucesso fomos ao Habib's, você me flagrou com meus 'toc's", meu excesso de zelo e cuidado na organização da mesa e refeições. Espero que saiba que isso se estende também a vida, a nossa vida juntos!
Enfim chegamos a rodoviária, eu estava tão triste por ter que te deixar que nem queria me despedir, apenas fiquei te olhando durante todo o trajeto e elogiando sua beleza incondicional. Quero que dias como esse se repitam quantas vezes for possível, não teve sexo, não teve culpa, somente uma semente plantada no jardim do amor, e eu pretendo regá-la com todo carinho e dedicação. Já estou com saudades minha pequena, gosto muito de você!!!
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Confidência
Vou contar a você agora o que tenho vontade de fazer contigo quando estamos (ou não) juntos:
Quando estou com você e sinto o toque suave das tuas mãos eu imagino nossos corpos se amando em uma cama grande e quente, nossos beijos ardentes queimando na utopia de nossos desejos ocultos.
Como em um tango nossas línguas bailam em nossas bocas, minhas mãos passeiam livremente em seu corpo dourado, apertam com precisa força seus mamilos e fazem você gemer quando encontram sua intimidade coberta apenas pela calcinha.
Pego no seu cabelo e beijo seu pescoço descendo até o mamilo que agora está entumescido de prazer, sugo com ferocidade e você se contorce agora agarrando meu membro e apertando com força extrema.
Me deito sobre você e contemplo seu rosto juvenil a me encarar com receio e tesão, o brilho luxurioso no olhar em contraste com as feições de uma virgem. Você me alucina e eu delicadamente tiro sua calcinha, beijo seus pés e vou passando meus lábios e língua até sua coxa, finalmente alcanço sua virilha... nessa hora você geme e agarra meus cabelos me puxando pra mais perto da sua intimidade, um beijo bem em cima do seu botãozinho de prazer, então em um suspiro forte e agudo você recebe minha língua em sua caverninha, lambidas horizontais e verticais, dentro e fora (...)
Sinto você ficar mais molhada, geme muito e agora me aperta com toda força, aperta minha cabeça com as coxas e então solta o líquido viscoso e quente que a propósito é doce, o doce néctar feminino! Levanto-me e contemplo seu rosto que agora está uma mistura de santa com vadia, mais pra puta mesmo. Você me empurra na cama e agarra meu membro com total dominação, sem pensar ou titubear você o abarca com a boca, fecha os olhos e começa a chupar com uma maestria inimaginável para uma garota quase virgem. Você o segura e chupa, engole e da leves mordiscadas me excitando ainda mais...
Te pego pelos cabelos e te deito na cama, vou vagarosamente me encaixando em cima de você, meu membro em contato com os pelos aparados da sua caverninha 'soluça' de vontade. Você segura meu quadril enquanto nos beijamos, vou me mexendo até que enfim a penetração acontece, molhada, quente, delirante (...) Um momento mágico e muito esperado, você gemendo e eu tentando controlar pra não bombar com força e logo me acabar em você. Sua caverninha apertada e molhada, seus seios roçando em meu tórax, ai que delícia...
Ficamos nessa posição por um tempo, depois te coloco de quatro e você vê que essa é uma boa posição, solta fritos agudos abafados por minha mão que agora cobre sua boca, a outra mão puxa seus cabelos longos, forçando seu corpo delicioso a se encaixar no meu...
Enfim você cavalga como uma égua a ser domada, seus seios fartos acompanham o movimento do seu corpo, são com figos maduros a espera da boca profana que os chupe, você se abaixa e os coloca em minha boca, minha língua alcança seus mamilos e nessa hora eu gozo dentro de você. Me contorço incontrolavelmente e você sorri como uma menininha, que delicia de momento, amo você!
Enfim fizemos amor, como dois amantes selvagens saciamos nosso desejo, agora nos abraçamos cobertos pelo lençol que minutos antes fora testemunha do nosso amor. Um beijo e finalmente adormecemos satisfeitos porque enfim nos completamos totalmente... Minha linda concubina!
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 06 de Setembro de 2012
Data da ultima revisão: 02 de Novembro de 2013 - 22:23 horas
Este conto é parte da obra: Devaneios.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Proibida edição, vinculação, impressão ou propagação por meios virtuais ou físicos do conteúdo
parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Devaneios - Libido Aflorada
A beleza tem sua magia, que queima ate surgir o prazer... E agora ela sabe que o céu é o limite para os sonhadores, e não há como impedir a mente de sonhar, em seus delírios uma pessoa pode ser diversas coisas, engraçada, sexy, misteriosa, linda, entediante... ou PUTA!
***
Ser solteira numa cidade grande pode ser muito solitário... A pequena casa onde Karen mora é o único lugar que foge do mundo real. E a leva para diferentes universos... Karen pegou o notbook na mesa de centro, e pensou em como é triste ser uma mulher sozinha numa cidade tão grande, cheia de coisas novas para fazer...
O seu quarto que ficava no alto do sobrado onde mora, é também a masmorra onde ela se diverte e vivencia as mais profanas fantasias eróticas. Agora está planejando algo diferente, para então conseguir se entregar por inteiro a esse mundo de luxúria. Uma clássica cena de amor entre três pessoas, pensava Karen. Um caso de amor entre três pessoas era inacreditável. E ela estava curtindo imaginar esse triangulo amoroso de corpos perdidos no desejo.
A cada dia que se passa Karen sente ainda mais a necessidade de um membro latejante roçar entre suas coxas, sente um desejo enorme em seios e pernas femininas... seus dedos já não a satisfazem tanto quanto no começo. Estava mesmo querendo um pau na sua boca, não esses brinquedinhos que ela usava em noites quentes, mas sim um pau grudado num macho bem robusto e malhado.
Ordinária! - Pensava ela!
Está decididamente procurando algo diferente, que desafie as leis da moralidade. Que tal um casal?! Mas talvez seja difícil abrir o coração e tentar uma relação afetiva que ocupe seu tempo. E quando conseguir? O que vem depois? Essa era a pergunta que fazia com que ela retraísse novamente. Karen estava transbordando de desejo, salivando a espera de um membro e uma xana, pudor e moralidade já não faziam mais parte dos ideias.
De tanto procurar algo que a levasse longe dos relacionamentos comuns conheceu Miguel e Juliana, um casal que sentia vontade de explorar novas relações. Karen sentiu-se animada e explodindo de tesão, fitava com voracidade o volume na calça do homem a sua frente, o jeito como ele segurava a coxa da sua esposa... O jeito como ele movimentava os lábios para produzir o som grave das palavras que saiam de sua boca, tudo era entorpecido por uma luxuria incontrolável, quando se deu conta estavam a caminho de um motel e ela estava totalmente disposta a experimentar como seria essa aventura.
Mas o que Karen não sabia (pra sua felicidade) é que a esposa queria apenas observar no início. De certo pra ver se gostava de ver outra mulher chupando seu marido. Esse seria o caso de sexo entre três pessoas que ela havia imaginado semanas atrás, e ela curtiu fazer parte desse triângulo sexual de corpos embebidos em luxúria. Alguns drinks depois e toda aquela excitação, todos os pensamentos que tinham uns nos outros criava um desejo mais íntimo... E por incrível que pareça esse lado da vida é muito atraente quando está bem na sua frente.
Karen sentia-se desejada, cobiçada e necessária. O olhar fixo da esposa e a língua infernal do marido despertando sua libido a faziam tremer, parecia que trepava com mil demônios, a língua era tão macia, a boca tão quente, as mãos eram suaves e firmes, e abarcavam fielmente o volume de seus seios médios. Karen já não se aguentava, queria aquele cacete dentro de sua caverninha, porém já estava no ápice do prazer e tinha que liberar aquele orgasmo que por tanto tempo esperou... Virou os olhos dentro da órbita quando a esposa veio e começou a sugar seus seios, esse foi o convite ao orgasmo inebriante e inesquecível, as pernas tremiam, os olhos reviravam, o fôlego era difícil de ser cadenciado.
Por um instante o tempo parou e de imediato sentiu algo molhar entre as pernas e inundar o lençol. Vindo de dentro o cheiro de orgasmo feminino misturado ao suor era altamente convidativo, foi quando Miguel fez o convite ousado.
Como assim cadela? Querem que eu seja um bichinho nas mãos deles? Aff... Mas como seria isso?
A curiosidade de Karen era maior que o medo de não vivenciar esse momento, então depois de muito pensar ela ela acabou cedendo as vontades de seus novos "amigos". No começo estavam apenas trepando, as chupadas que Juliana lhe davam eram estranhamente excitantes, e o cacete duro feito pedra do seu parceiro calava fundo na garganta da vadia despudorada. Enfim começaram a se entregar, um clima místico tomou conta do ambiente, o homem levantou-se e colocou uma música agressiva pra tocar. A música era "Obedience", da banda Marduk, o som bate estaca frenético fazia a libido de Karen quase explodir em seus genitais.
E mesmo estando tórpida de desejo Karen ainda teimava em
querer mais e mais desse tesão doentio que estava sentindo. Ela tremia e
suspirava só de sentir os bicos dos seios da mulher em suas coxas, a língua em
suas carnes e os dentes em seu clitóris. Tudo era paixão, tudo era prazer, tudo
era deleite...
Então pegou firme sua esposa pela cintura, as estocadas eram profundas e selvagens, os seios saltitavam e os gemidos eram alternados com o baque surdo das estocadas violentas. Juliana sabia mesmo rebolar, sabia o ponto fraco de seu marido, Karen estava tão embalada pelo momento que mal se mexia, mal pensava no que ocorria dentro daquele quarto. Mais alguns minutos de bate estaca e estocadas profundas e então o gozo facial do marido exausto...
As duas se ajoelham e sentem algo viscoso e com aroma singular tocar sua pele, o liquido era deliciado e disputado gota a gota pelas duas cachorras. O homem se deita na cama e as duas se beijam engolindo pouco a pouco o seu prêmio líquido, lambiam o rosto puritano uma da outra com muita vontade e desejo... Tentavam sugar ainda mais algum bocado do pênis amolecido e então voltavam a se beijar, enfim deitaram-se na cama, a esposa com o marido e Karen aos pés da cama, como uma cadela obediente e concisa.
Essa noite fora inesquecível para Karen, sentia-se agora mais completa, sentia mais vontade e menos medo de experimentar as coisas boas da vida. Certamente já se via fazendo coisas outrora inimagináveis, continuará certamente a se encontrar com os seus novos amigos, quer ser domesticada e sodomizada por eles. E assim abri-se-á um leque de experiências a sua frente, a cada dia uma nova cena, uma nova tarefa, e sempre a mesma doutrina...
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 20 de Setembro de 2013
Data da ultima revisão: 25 de Setembro de 2013 - 04:13 horas
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Devaneios - Up Grade!
nas sandálias que trazes, ó filha de príncipe!
As colunas das tuas pernas são como anéis
trabalhados por mãos de artista.
o teu umbigo é uma taça arredondada,
que nunca está desprovida de vinho.
O teu ventre é como um monte de trigo
cercado de lírios.
Os teus dois seios são como dois filhinhos
gêmeos duma gazela.
O teu pescoço é como uma torre de marfim.
Os teus olhos são como as piscinas de Hesebon,
que estão situadas junto da porta de Bat-Rabim.
O teu nariz é como a torre do Líbano,
que olha para Damasco.
A tua cabeça levanta-se como o monte Carmelo;
os cabelos da tua cabeça são como a púrpura
um rei ficou preso às suas madeixas.
Quão formosa e encantadora és,
meu amor, minhas delícias!
A tua figura é semelhante a uma palmeira.
Eu disse. Subirei à palmeira,
e colherei os seus frutos.
Os teus seios serão, para mim, como cachos de uvas,
e o perfume da tua boca como o das maçãs." - Salomão
Hoje completando um ano juntos, não tem mais beijo roubado e nem obrigatórios, você não faz mais questão de abraços, lembra-se dos apelidos carinhosos diminutivos? Então, eles cresceram e se tornaram palavrões, "burro, cavalo, doente"!
Nem aquelas saídas estratégicas pra "namorar'' acontecem mais, pra que também né, nem o que deveriam fazer em casa não fazem, então pra que ir pra motel?
A monotonia tomou conta da relação, das suas vidas e da sua casa. Você se sente um cavalo na carroça com um tampão nos olhos e o freio na boca recebendo ordens da mão inquisidora do parceiro infiel.
Pois bem eu lhes mostro a saída para resgatar o fogo do início de namoro, preste atenção e faça exatamente o que eu disser:
Que tal um encontro apaixonante? Das mais variadas maneiras, que tal começar assim...
Uma bela noite noite enluarada a caminho do teatro, assistir a um espetáculo sensacional. Pode apostar que sairão transformados , esse espetáculo irá despertar discussões criativas entre vocês, que esse clima mágico os toque, que mobilize, que divirta.
Depois... jantar né? Num local aconchegante, sofisticado, de bom gosto. Sim, luz de velas é um clichê que funciona. A música (pode ser do pianista que toca bem), dá o clima charmoso ao ambiente.
Dançar pode até parecer ridículo, mas garanto que será encantador. Vocês irão gostar muito de vivenciar isso, esse tipo de coisa é folclórica! Daí como no primeiro encontro vocês ficaram abraçados, essa será a chance para sentir o perfume caprichado, mais alguns drinks bonitos e suaves então o parceiro paga a conta aos moldes de um cavalheiro... As risadas surgem faceiras e as trocas cúmplices de olhares atestaram a deliciosa companhia.
Motel será consequência de uma pegada firme e de uma noite de conversas fluidas, interessantes, potencializadas e divertidas. Mas não será uma condição por serem casados, e sim um desejo lascivo e ardente, emanado pelo bom gosto.
Agora banheira e bebidas, desejo e sedução... e assim termina o encontro perfeito, o upgrade num casamento agora repleto de alegrias. Agora basta você não fuder tudo outra vez com sua ignorância e impaciência, seja sempre coerente e sensato. Mulheres gostam disso (Homens também)...
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 141 de Fevereiro de 2009
Data da ultima revisão: 24 de Setembro de 2013 - 03:23 horas
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parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com
Nem aquelas saídas estratégicas pra "namorar'' acontecem mais, pra que também né, nem o que deveriam fazer em casa não fazem, então pra que ir pra motel?
A monotonia tomou conta da relação, das suas vidas e da sua casa. Você se sente um cavalo na carroça com um tampão nos olhos e o freio na boca recebendo ordens da mão inquisidora do parceiro infiel.
Pois bem eu lhes mostro a saída para resgatar o fogo do início de namoro, preste atenção e faça exatamente o que eu disser:
Que tal um encontro apaixonante? Das mais variadas maneiras, que tal começar assim...
Uma bela noite noite enluarada a caminho do teatro, assistir a um espetáculo sensacional. Pode apostar que sairão transformados , esse espetáculo irá despertar discussões criativas entre vocês, que esse clima mágico os toque, que mobilize, que divirta.
Depois... jantar né? Num local aconchegante, sofisticado, de bom gosto. Sim, luz de velas é um clichê que funciona. A música (pode ser do pianista que toca bem), dá o clima charmoso ao ambiente.
Dançar pode até parecer ridículo, mas garanto que será encantador. Vocês irão gostar muito de vivenciar isso, esse tipo de coisa é folclórica! Daí como no primeiro encontro vocês ficaram abraçados, essa será a chance para sentir o perfume caprichado, mais alguns drinks bonitos e suaves então o parceiro paga a conta aos moldes de um cavalheiro... As risadas surgem faceiras e as trocas cúmplices de olhares atestaram a deliciosa companhia.
Motel será consequência de uma pegada firme e de uma noite de conversas fluidas, interessantes, potencializadas e divertidas. Mas não será uma condição por serem casados, e sim um desejo lascivo e ardente, emanado pelo bom gosto.
Agora banheira e bebidas, desejo e sedução... e assim termina o encontro perfeito, o upgrade num casamento agora repleto de alegrias. Agora basta você não fuder tudo outra vez com sua ignorância e impaciência, seja sempre coerente e sensato. Mulheres gostam disso (Homens também)...
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 141 de Fevereiro de 2009
Data da ultima revisão: 24 de Setembro de 2013 - 03:23 horas
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Boquete, só boquete!
Quem lembra da chupeta? Pois bem, vocês acham que fazer um boquete é diferente de chupar uma chupeta? É praticamente a mesma coisa, a diferença é que você tem que tomar cuidado pois agora já tem dentes. Não va machucar seu parceiro heim?!
Agora vamos do principio, comece beijando, não o coloque direto na boca, os melhores prazeres da vida são vividos pouco a pouco, deixe que "ele" deslize para dentro da sua boca a medida que você o deixe molhado o sulficiente pra isso, mas não babe igual um cão raivoso, pelo menos não ainda.
Permita-se deliciar esse momento, encare seu parceiro com a cara mais vagabunda que conseguir fazer. Isso irá despertar o "dominador" adormecido em seu macho, certamente ele segurará seus cabelos e te obrigara a engolir o membro por completo, não hesite, apenas absorva centimetro por centimetro o seu trofel de nervos e veias pulsantes. Faça de sua boca uma vagina, deixe que ele meta com força o caralho duro nela, agora sim voce pode babar o quanto quiser, e quando ele quase se entregar pare e de um sorriso segurando o caralho com a mão ainda masturbando seu macho.
Se ajoelhe e implore pelo sêmem de seu querido, peça com uma voz meiga de putinha delicada, faça despertar os desejos e loucuras que ele nunca te revelou, coloque o membro dele no meio dos seus seios (independente do tamanho deles), uma espanhola bem molhada e safada é um convite a entrega... Mais algumas chupadas e então receberá seu prêmio leitoso na boca e seios. Não fique brava se ele encher sua boca com o liquido, apenas aceite e depois cuspa fora, lembrando que engolir é apenas uma opção...
Pronto, agora é só partir pra cima e cavalgar em cima do seu garanhão usando toda safadeza e aproveitando o máximo da puta que tem dentro de voce...
Att,
Santolli.
Agora vamos do principio, comece beijando, não o coloque direto na boca, os melhores prazeres da vida são vividos pouco a pouco, deixe que "ele" deslize para dentro da sua boca a medida que você o deixe molhado o sulficiente pra isso, mas não babe igual um cão raivoso, pelo menos não ainda.
Permita-se deliciar esse momento, encare seu parceiro com a cara mais vagabunda que conseguir fazer. Isso irá despertar o "dominador" adormecido em seu macho, certamente ele segurará seus cabelos e te obrigara a engolir o membro por completo, não hesite, apenas absorva centimetro por centimetro o seu trofel de nervos e veias pulsantes. Faça de sua boca uma vagina, deixe que ele meta com força o caralho duro nela, agora sim voce pode babar o quanto quiser, e quando ele quase se entregar pare e de um sorriso segurando o caralho com a mão ainda masturbando seu macho.
Se ajoelhe e implore pelo sêmem de seu querido, peça com uma voz meiga de putinha delicada, faça despertar os desejos e loucuras que ele nunca te revelou, coloque o membro dele no meio dos seus seios (independente do tamanho deles), uma espanhola bem molhada e safada é um convite a entrega... Mais algumas chupadas e então receberá seu prêmio leitoso na boca e seios. Não fique brava se ele encher sua boca com o liquido, apenas aceite e depois cuspa fora, lembrando que engolir é apenas uma opção...
Pronto, agora é só partir pra cima e cavalgar em cima do seu garanhão usando toda safadeza e aproveitando o máximo da puta que tem dentro de voce...
Att,
Santolli.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Devaneios - Ménage a tróis
"Você é meu desejo imaginário, Aonde eu libero todos os meus pensamentos sexuais." - Regiane Oliveira
Quem acha que conhece seu parceiro por completo? Quem acha que está satisfazendo todas as vontades e desejos sexuais do outro? Se você respondeu sim você está completamente enganado...
Estávamos deitados na cama assistindo um filme pornô, quando começou uma cena lésbica reparei que ela estava completamente envolvida naquela cena. Se deliciava e roçava as coxas uma na outra, mordia os lábios e suspirava forte. No começo achei estranho, ficava com ciúmes com medo de perdê-la para outra mulher, bobeira minha!
Alguns dias depois estávamos deitados na cama conversando então ela me disse com um brilho luxurioso no olhar:
_Vamos contratar uma puta pra meter com a gente?!
Claro que a minha reação foi a de qualquer homem, fiquei estático e tentava processar o fato, aquela cena lésbica de duas gostosas na cama junto comigo era altamente excitante, mas... ela é minha esposa, e a ideia de ver outro ser vivo tocando ela já me irritava.
_Como assim uma puta, quer uma mulher te comendo?
_Ah eu sempre tive vontade, mas nunca tive coragem. Mas agora com você sei que posso fazer tudo, juntos podemos fazer qualquer coisa!
_Sim, mas tem certeza disso, e seu eu comer a outra garota também?!
Alguns dias depois estávamos deitados na cama conversando então ela me disse com um brilho luxurioso no olhar:
_Vamos contratar uma puta pra meter com a gente?!
Claro que a minha reação foi a de qualquer homem, fiquei estático e tentava processar o fato, aquela cena lésbica de duas gostosas na cama junto comigo era altamente excitante, mas... ela é minha esposa, e a ideia de ver outro ser vivo tocando ela já me irritava.
_Como assim uma puta, quer uma mulher te comendo?
_Ah eu sempre tive vontade, mas nunca tive coragem. Mas agora com você sei que posso fazer tudo, juntos podemos fazer qualquer coisa!
_Sim, mas tem certeza disso, e seu eu comer a outra garota também?!
_Aí é que está a graça! Primeiro ficamos eu e ela na cama, ela me chupa inteira, desde os pé depois a bucetinha, chupa meus peitos... ai que delícia, aí depois você vem e acaba com as duas, me come enquanto ela chupa meus peitos, depois mete na buceta dela enquanto eu bato uma na sua cara!
Eu nem podia acreditar que estava ouvindo aquilo da minha esposa, finalmente minha fantasia de colegial iria se realizar, e ainda seria com minha esposa, o que faz a cena toda ainda mais excitante! Meu membro já estava duro só de imaginar aquela caverninha quente e molhada, melhor, aquelas caverninhas (...)
Eu nem podia acreditar que estava ouvindo aquilo da minha esposa, finalmente minha fantasia de colegial iria se realizar, e ainda seria com minha esposa, o que faz a cena toda ainda mais excitante! Meu membro já estava duro só de imaginar aquela caverninha quente e molhada, melhor, aquelas caverninhas (...)
Depois de muita procura finalmente encontramos uma que agradasse a nós dois, ela era da cidade vizinha e trazia no nome a marca de um carro importado... Ela chegou sorrateira, meio que uma fera amedrontada pronta a escapar. Era linda, loira alta de olhos castanho mel, seios fartos e um corpo de dar inveja em qualquer Spice Girl...
Fomos para um barzinho pouco movimentado, sentamos em uma mesa no canto e começamos a beber e conversar sobre assuntos variados. Eu a fitava fixamente, observava cada detalhe daquela linda prostituta, o modo como ela mexia o cabelo, o timbre d voz aguda, os pêlos dourados contrastando na pele aveludada, tudo sinteticamente (...)
Pedimos uma cerveja e quando fui colocar em seu copo ela segurou minha mão e sorrir sensualmente, olhei rapidamente para minha esposa e ela sorriu pra mim . Percebi que naquele instante eu era apenas um instrumento, um brinquedo erótico, e seria usado sem pudor naquela noite! Passarem-se três, quatro, seis cervejas e agora a conversa fluía naturalmente e sem nenhum preconceito, as duas se encaravam e se excitavam com palavras e gestos levemente profanos...
Minha esposa se levanta para ir ao banheiro e prontamente a srta. Ferrari se oferece para ir junto, então sairam as duas, ambas de vestidos curtos e pretos dadas as mãos, se equilibrando em seus saltos altos e elegantes. Eu fiquei ali sentado, bebendo e imaginando a noite épica que nós TRÊS teremos. Começo a observar as pessoas ao redor enquanto espero, algumas mesas adiante um casal aparentemente apaixonado se abraça, logo do lado alguns amigos bebem e dão altas gargalhadas, certamente exaltando algum defeito alheio. Noutras mesas casais e mais "ratos de bar", tudo muito clichê!!!
Quase me perco em pensamentos imaginando a vida daquelas pessoas aparentemente normais, olho para o lado do banheiro e vejo as duas vindo, agora sem batom...
"safadas, estavam se beijando no banheiro, será que fizeram só isso?"
Mãozinhas dadas elas se sentam lado a lado e ficam sempre de olhadinhas e sorrisinhos, eu me divirto com a cena daquele "casal" lesbo molhando a calcinha na minha frente. O cheiro convidativo de mistura de sexo com suor feminino começa a tomar conta do local, então pedimos a conta e vamos pra casa.
No caminho eu vou dirigindo e observando pelo retrovisor as pernas de minha esposa no colo da meretriz, as mãos acariciando as coxas torneadas e os seios por cima do tecido. As duas se beijam e se tocam me olham através do retrovisor, me chamam e me tentam, chegando em casa minha esposa já não tem mais calcinha, já não tem mais sutiã e nem vergonha.
O clima esquenta ainda mais quanto entramos em casa, coloco um CD de músicas sensuais e as duas começam a se pegar no sofá da sala, uma luta de línguas em duas bocas estupidamente sensuais. As mãos desenfreadas invadindo a intimidade uma da outra, os dedos calando fundo aquela xana magicamente apertada da prostituta, os seios se encontrando bico com bico...
Eu rapidamente tiro o restante da roupa e me preparo para invadir aquelas bocas gulosas e excitadas. pego minha esposa e a coloco deitada no sofá começo a chupar aquela bucetinha molhada com tanta vontade que mordo sem dó os lábios vaginais. A prostituta literalmente senta na cara da minha pupila, de frente pra mim me olhando e apertando os seios enquanto a língua da minha esposa a invade... ah como é excitante!
Finalmente me sento no sofá, as duas se ajoelham no chão e iniciam um duplo oral, se revezam no meu cacete e nas bolas, chupam, lambem, se beijam, se atacam! Minha fantasia de colégio esta quase completa, agora só me falta comer as duas. E é isso que eu vou fazer agora, pego a Prostituta e a coloco de quatro no sofá começo a chupar devagar aquela buceta rosada, com calma e jeitinho vou enfiando minha linguá naquela caverninha deflorada, passando a ponta da linguá no clítoris e sugando ele com meus lábios... Seguro ela pela cintura e devagar vou enfiando meu membro na intimidade ansiosa pra ser empalada, movimentos cadenciados de vai e vem, entra e sai latente intercalados com gemidos excitados e arranhões nas minhas mãos.
Minha esposa excitada aperta os peitos enquanto esfrega a caverninha na cara da prostituta, ela implora pra que eu a coma tão ardentemente como estou fazendo com essa puta. Depois de longos minutos fudendo a buceta profissional eu agora começo a beijar e lamber o corpo desnudo da minha esposa querida. Nada como comer quem se ama, trepar com amor é a melhor coisa do mundo... Como todas as outras vezes se encaixa de uma maneira estupidamente perfeita, de quatro, de lado, em pé, deitado, papai-e-mamãe, gozando, suando, gritando... a gente é a gente!!! Enfim a noite foi regada a línguas e estocadas fundas, precisas e inesquecíveis, as duas gozaram mito com oral, penetração, gozaram com uma chupando enquanto eu comia a outra. Foi daquelas noites que você quer repeteco a todo instante.
Ainda continuamos anos encontrar de vez em quando, acada vez temos uma surpresa diferente, estamos nos apaixonando eu acho, nós três. Vamos ver até onde isso vai dar, até lá vamos curtir ao máximo essa relação socialmente estranha que temos, nossos corpos se desejam e isso é mágico. Agora tenho que ir, tenho um par de bucetas a me esperar...
Fomos para um barzinho pouco movimentado, sentamos em uma mesa no canto e começamos a beber e conversar sobre assuntos variados. Eu a fitava fixamente, observava cada detalhe daquela linda prostituta, o modo como ela mexia o cabelo, o timbre d voz aguda, os pêlos dourados contrastando na pele aveludada, tudo sinteticamente (...)
Pedimos uma cerveja e quando fui colocar em seu copo ela segurou minha mão e sorrir sensualmente, olhei rapidamente para minha esposa e ela sorriu pra mim . Percebi que naquele instante eu era apenas um instrumento, um brinquedo erótico, e seria usado sem pudor naquela noite! Passarem-se três, quatro, seis cervejas e agora a conversa fluía naturalmente e sem nenhum preconceito, as duas se encaravam e se excitavam com palavras e gestos levemente profanos...
Minha esposa se levanta para ir ao banheiro e prontamente a srta. Ferrari se oferece para ir junto, então sairam as duas, ambas de vestidos curtos e pretos dadas as mãos, se equilibrando em seus saltos altos e elegantes. Eu fiquei ali sentado, bebendo e imaginando a noite épica que nós TRÊS teremos. Começo a observar as pessoas ao redor enquanto espero, algumas mesas adiante um casal aparentemente apaixonado se abraça, logo do lado alguns amigos bebem e dão altas gargalhadas, certamente exaltando algum defeito alheio. Noutras mesas casais e mais "ratos de bar", tudo muito clichê!!!
Quase me perco em pensamentos imaginando a vida daquelas pessoas aparentemente normais, olho para o lado do banheiro e vejo as duas vindo, agora sem batom...
"safadas, estavam se beijando no banheiro, será que fizeram só isso?"
Mãozinhas dadas elas se sentam lado a lado e ficam sempre de olhadinhas e sorrisinhos, eu me divirto com a cena daquele "casal" lesbo molhando a calcinha na minha frente. O cheiro convidativo de mistura de sexo com suor feminino começa a tomar conta do local, então pedimos a conta e vamos pra casa.
No caminho eu vou dirigindo e observando pelo retrovisor as pernas de minha esposa no colo da meretriz, as mãos acariciando as coxas torneadas e os seios por cima do tecido. As duas se beijam e se tocam me olham através do retrovisor, me chamam e me tentam, chegando em casa minha esposa já não tem mais calcinha, já não tem mais sutiã e nem vergonha.
O clima esquenta ainda mais quanto entramos em casa, coloco um CD de músicas sensuais e as duas começam a se pegar no sofá da sala, uma luta de línguas em duas bocas estupidamente sensuais. As mãos desenfreadas invadindo a intimidade uma da outra, os dedos calando fundo aquela xana magicamente apertada da prostituta, os seios se encontrando bico com bico...
Eu rapidamente tiro o restante da roupa e me preparo para invadir aquelas bocas gulosas e excitadas. pego minha esposa e a coloco deitada no sofá começo a chupar aquela bucetinha molhada com tanta vontade que mordo sem dó os lábios vaginais. A prostituta literalmente senta na cara da minha pupila, de frente pra mim me olhando e apertando os seios enquanto a língua da minha esposa a invade... ah como é excitante!
Finalmente me sento no sofá, as duas se ajoelham no chão e iniciam um duplo oral, se revezam no meu cacete e nas bolas, chupam, lambem, se beijam, se atacam! Minha fantasia de colégio esta quase completa, agora só me falta comer as duas. E é isso que eu vou fazer agora, pego a Prostituta e a coloco de quatro no sofá começo a chupar devagar aquela buceta rosada, com calma e jeitinho vou enfiando minha linguá naquela caverninha deflorada, passando a ponta da linguá no clítoris e sugando ele com meus lábios... Seguro ela pela cintura e devagar vou enfiando meu membro na intimidade ansiosa pra ser empalada, movimentos cadenciados de vai e vem, entra e sai latente intercalados com gemidos excitados e arranhões nas minhas mãos.
Minha esposa excitada aperta os peitos enquanto esfrega a caverninha na cara da prostituta, ela implora pra que eu a coma tão ardentemente como estou fazendo com essa puta. Depois de longos minutos fudendo a buceta profissional eu agora começo a beijar e lamber o corpo desnudo da minha esposa querida. Nada como comer quem se ama, trepar com amor é a melhor coisa do mundo... Como todas as outras vezes se encaixa de uma maneira estupidamente perfeita, de quatro, de lado, em pé, deitado, papai-e-mamãe, gozando, suando, gritando... a gente é a gente!!! Enfim a noite foi regada a línguas e estocadas fundas, precisas e inesquecíveis, as duas gozaram mito com oral, penetração, gozaram com uma chupando enquanto eu comia a outra. Foi daquelas noites que você quer repeteco a todo instante.
Ainda continuamos anos encontrar de vez em quando, acada vez temos uma surpresa diferente, estamos nos apaixonando eu acho, nós três. Vamos ver até onde isso vai dar, até lá vamos curtir ao máximo essa relação socialmente estranha que temos, nossos corpos se desejam e isso é mágico. Agora tenho que ir, tenho um par de bucetas a me esperar...
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 11 de Fevereiro de 2013
Data da ultima revisão: 17 de Julho de 2013 - 02:23 horas
Este conto é parte da obra: Devaneios.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Proibida edição, vinculação, impressão ou propagação por meios virtuais ou físicos do conteúdo
parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Estrela
Numa noite nos conhecemos, noutro dia nos amamos. Para sempre nos pertencemos!
Não há nada que eu faça que não seja pensar em você, leio poemas, escuto músicas tentando me distrair, mas é só me distrair eu me pego pensando em você! Seu sorriso é tão perfeito, tão delicado, assim como seu olhar...
Não sei se percebeu mas quando estou contigo eu fico tremendo, minha respiração fica ofegante, fico sentado segurando sua mão e viajando com você em pensamento para tantos lugares mágicos. Vezes vamos para Veneza, vezes para Roma e outrora estamos em Albuquerque, de repente você me beija, me abraça forte e aperta meu corpo contra o seu. Como numa viagem astral eu volto cognitivamente para você, nos beijamos com amor e nos tocamos com timidez. Agora eu sei que te amo, agora eu sei que somente serei feliz com você.
Nossa história começou de uma forma inusitada e instigante, está se mantendo de uma forma tão bela e surreal que certamente acabará (ou não acabará) de uma forma única e inevitavelmente romântica. Não percebi em que momento me apaixonei por você, não me lembro de quando comecei a te amar, acho que te amei desde sempre, senti saudades desde quando pensei que podia amar. Acho que sentiria saudade sua até sem te conhecer! Estava sentado na varanda esses dias ouvindo uma música que tocava no rádio de pilha, a musica era do Leoni, vou escrever a letra pra você lembra qual é:
Soneto do Teu Corpo
Juro beijar teu corpo sem descanso
Como quem sai sem rumo prá viagem.
Vou te cruzar sem mapa nem bagagem,
Quero inventar a estrada enquanto avanço.
Beijo teus pés, me perco entre teus dedos.
Luzes ao norte, pernas são estradas
Onde meus lábios correm a madrugada
Pra de manhã chegar aos teus segredos.
Como em teus bosques. Bebo nos teus rios.
Entre teus montes, vales escondidos.
Faço fogueiras, choro, canto e danço.
Línguas de lua varrem tua nuca.
Línguas de sol percorrem tuas ruas.
Juro beijar teu corpo sem descanso
Fiquei pensando no quanto te amo, na textura única de sua pele em contato com a minha, o suspiro tímido que exalava quando meus lábios percorriam tua nuca, meus dedos acariciando suas orelhas... Tudo era mágico, tudo era o País das Maravilhas!
Lembra aqueles planos que a gente fazia? Pois bem eu ainda os faço e refaço quase toda noite quando estou sozinho, quando não tenho mais nossas tardes de romance e nem as madrugadas de conversas fluídas. Será que um dia ainda vamos visitar uma colônia hippie? Será que vamos ver um show do teatro mágico? Será que vamos comer pipoca caramelizada no cinema? Coisas simples mais de grande valia pra mim...
Quero muito você, não desista da gente, não desista por favor! Se for embora leve junto meu coração, pois sem voce ele não me servirá de nada
Quero muito você, não desista da gente, não desista por favor! Se for embora leve junto meu coração, pois sem voce ele não me servirá de nada
Puta Puritana - O diálogo
Dominador — 03:15
Mas me diga, você parece que não gosta muito de puxão no cabelo, tapas na bunda... O que realmente você não gosta?
Virgem — 03:15
Frescuras, fazer isso é uma boa forma de me tirar do sério, por isso seguro um pouco!
Dominador — 03:16
Então você gosta?
Virgem — 03:16
Sim!
Dominador — 03:16
Agora sim acabei de planejar a cena...
Virgem — 03:17
Então me conta um pouco ^^
Dominador — 03:19
Você será minha "puta puritana", uma cadelinha eternamente no cio. Chegaremos no local e ao fechar da porta eu lhe pegarei pela cintura e arrancarei seu short... Beijando seu pescoço tirarei sua blusa e minha camisa... Te pegarei pelos cabelos e a virarei de costas pra mim, nesse instante eu lhe beijo a nuca e minha mão aperta e alisa sua bunda...
Meu membro enrijecido força o tecido da sua calcinha, querendo entrar, mas ainda não é a hora... Então te coloco de frente pra mim e beijo seus lábios com grandioso desejo, minha mão invade seu sutiã e aperta com severa delicadeza seus mamilos, que a essa altura estarão entumecidos e deliciosos de serem chupados, e é isso que eu faço...
Te abraço forte enquanto sugo eles para dentro da minha boca, tento colocar todo seu seio dentro dela... Você geme e enfia a mão dentro da minha calça e começa apertar meu membro meio sem jeito, meio com força, meio que com tesão! Te pego pelos cabelos e a deito na cama, não de barriga pra ciam, mas sim de quatro... Tiro sua calcinha e começo a beijar suas costas enquanto tiro sue sutiã, beijo agora sua bunda lisa e macia, aperto com ferocidade e meus lábios e língua alcançam sua intimidade molhada e quente, sinto cheiro convidativo de desejo feminino.
Te viro de frente e contemplo seu corpo desnudo, coloco um travesseiro no meio das sua costas, seu corpo fica um tanto arqueado e sua intimidade juvenil e totalmente despida está entregue a terrível invasão da minha língua..
Escuto você gemer alto enquanto aperta os seios... Me levanto e beijos seus pés, chupo seus dedos, aliso com os lábios seu joelho e mordo sua coxa, finalmente chego a sua intimidade, você pula na cama e eu a seguro pela garganta, você se assusta e se excita, escorre um desejo de sua caverninha e eu num movimento rápido encaixo meus lábios nos da sua intimidade...
Beijo-a como se fosse sua boca, minha língua passeia por caminhos ainda virgens, inabitados outrora, mas que agora são moradia da minha luxúria. Meus dedos brincam com seu clitóris e isso a faz tremer, fico por longos e longos minutos te "fodendo" com a boca, meus dedos teimam em querer entrar pra dentro da sua intimidade, mas eu aperto sua bunda e levanto seu traseiro para poder lamber mais a fundo seu corpo...
O gozo vem sorrateiro, quase imperceptível, você está anestesiada e quase nunca sentira esse prazer, não saberia que tinha gozado se eu não lhe falasse nada...
Te pego forte pelo cabelo e te beijo com vontade e satisfação, te coloco de joelhos no chão e sento na beirada da cama, você agradece meu beijo genital com uma bela chupada no meu membro, engole e tira da boca, engole e tira... Lambe cada centímetro e beija com imensa vontade...
Depois de muitos minutos eu te pego pela cintura e nos deitamos na cama, eu por cima de ti te beijando e te encarando, você meio assustada meio atrevida me olha no fundo do olho enquanto me encaixo na entrada do seu ventre. Começo a penetrar devagar e você revira os olhos a cada centímetro que escorrega pra dentro de ti, enfio um pouco e tiro, um pouco e mais um pouco e enfim, "TUF"! O hímen se rompe, um pedaço filha da puta de membrana que outrora era imaculado acaba de ser rompido, agora és minha puta, minha devassa, minha mulher!
Com carinho e certo despudor eu enfio ele inteiro dentro de você! Você geme, grita, xinga, fica muda... Faz cara de dor, pede pra por mais forte... Me abraça, me arranha.. Sou seu e você é minha, te pego de quatro agora na beirada da cama, seguro forte seus cabelos, como se fossem as rédeas de uma potranca em adestramento. Estocadas fundas e cadenciadas, com uma mão no seu cabelo e a outra na sua cintura eu te forço a rebolar e se arquear para receber meu membro dentro de seu ventre... Você gosta, sorri, morde o lábio...
Depois de variadas posições e inesquecíveis orgasmos nos deitamos cansados e dormimos lado a lado, nada demais, apenas lado a lado...
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 19 de Junho de 2013
Data da ultima revisão: 20 de Junho de 2013 - 21:23 horas
Este conto é parte da obra: Devaneios.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Proibida edição, vinculação, impressão ou propagação por meios virtuais ou físicos do conteúdo
parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Delírios Imaginários
Quando estou com você e sinto o toque suave das tuas mãos eu imagino nossos corpos se amando em uma cama grande e quente, nossos beijos ardentes queimando a utopia de nossos desejos ocultos.
Como em um tango nossas línguas bailam em nossas bocas, minhas mãos passeiam livremente em seu corpo dourado, apertam com precisa força seus mamilos e fazem você gemer quando encontram sua intimidade coberta apenas pela calcinha.
Pego no seu cabelo e beijo seu pescoço descendo até o mamilo que agora está entumescido de prazer, sugo com ferocidade e você se contorce agora agarrando meu membro e apertando com força extrema.
Me deito sobre você e contemplo seu rosto juvenil a me encarar com receio e tesão, o brilho luxurioso no olhar em contraste com as feições de uma virgem. Você me alucina e eu delicadamente tiro sua calcinha, beijo seus pés e vou passando meus lábios e língua até sua cocha, finalmente alcanço sua virilha... nessa hora você geme e agarra meus cabelos me puxando pra mais perto da sua intimidade, um beijo bem em cima do seu botãozinho de prazer, então em um suspiro forte e agudo você recebe minha língua em sua caverninha, lambidas horizontais e verticais, dentro e fora (...)
Sinto você ficar mais molhada, geme muito e agora me aperta com toda força, aperta minha cabeça com as coxas e então solta o líquido viscoso e quente que a propósito é doce, o doce néctar feminino! Levanto-me e contemplo seu rosto que agora está uma mistura de santa com vadia, mais pra puta mesmo. Você me empurra na cama e agarra meu membro com total dominação, sem pensar ou titubear você o abarca coma boca, fecha os olhos e começa a chupar com uma maestria inimaginável para uma garota quase virgem. Você o segura e chupa, engole e da leves mordiscadas me excitando ainda mais...
Te pego pelos cabelos e te deito na cama, vou vagarosamente me encaixando em ciam de você, meu membro em contato com os pelos aparados da sua caverninha 'soluça' de vontade. Você segura meu quadril enquanto nos beijamos, vou me mexendo até que enfim a penetração acontece, molhada, quente, delirante (...) Um momento mágico e muito esperado, você gemendo e eu tentando controlar pra não bombar com força e logo me acabar em você. Sua caverninha apertada e molhada, seus seios roçando em meu tórax, ai que delícia...
Ficamos nessa posição por um tempo, depois te coloco de quatro e você vê que essa é uma boa posição, solta fritos agudos abafados por minha mão que agora cobre sua boca, a outra mão puxa seus cabelos longos, força se corpo delicioso a se encaixar no meu... Enfim você cavalga como uma égua a ser domada, seus seios fartos acompanham o movimento do seu corpo, são com figos maduros a espera da boca profana que os chupe, você se abaixa e os coloca em minha boca, minha língua alcança seus mamilos e nessa hora eu gozo dentro de você. Me contorço incontrolavelmente e você sorri como uma menininha, que delicia de momento, amo você!
Enfim fizemos amor, como dois amantes selvagens saciamos nosso desejo, agora nos abraçamos cobertos pelo lençol que minutos antes fora testemunha do nosso amor. Um beijo e finalmente adormecemos satisfeitos porque enfim nos completamos totalmente...
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 01 de Maio de 2009
Data da ultima revisão: 15 de Maio de 2013 - 01:23 horas
Este conto é parte da obra: Devaneios.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
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terça-feira, 23 de abril de 2013
Devaneios - Fetiche
Conheci uma garota uma vez que praticamente foi o divisor de águas na minha vida, era muito curiosa e
queria muito saber e entender mais do meio SM, então eu disse a ela que
se ela fizesse uma cena comigo então eu a adestraria como minha cadela,
ela seria ensinada todos os dias, seria minha escrava 24/7 (24 horas por
dia 7 dias por semana)...
Depois de eu lhe explicar algumas coisa e ela ler em sites e
assistir vídeos ela topou, eu particularmente naquele instante estava
numa fase pós apocalítica e queria muito transar num cenário medieval
com uma freira... Um tio meu tem uma fazenda aqui perto da cidade com uma
construção muito antiga, aquelas casas com um "cômodo" embaixo, uma
masmorra, literalmente falando (que é pra onde eu fujo de vez em
quando), comprei a fantasia de freira e a lingerie que ela usaria naquela
noite, me certifiquei de que estaríamos sozinhos na fazenda então
levei-a numa quarta a tarde... Quando ela entrou no carro eu já coloquei
a coleira em seu pescoço segurei a guia e a prendi ao meu câmbio de
marchas do carro. Amordacei e a vendei...
Chegamos na fazenda alguns minutos depois e la já estava com os bicos
dos seios entumecidos, quase furando a blusa que ela estava usando,
tinha um jeitinho nela que me fazia imaginar freiras, por isso a
fantasia.
Chegamos e eu a puxei até a masmorra, foi um pouco difícil devido a sua
pouca experiência em andar de quatro. Mas enfim chegamos, eu a despi,
ela sem poder falar anda ou reclamar pois estava amordaçada e vendada,
então coloquei a calcinha preta e o hábito santificado de uma freira,
amarrei seus pulsos com um nó simples e então a prendi numa argola que
ficava acima da sua cabeça preso em esteio grosso que sustentava o andar
de cima...
Comecei a beijá-la e a acariciar, ela gemendo, e contorcendo, minhas
mãos indo por baixo do hábito e tocando sua caverninha quente e
molhada, foi quando me veio a mente pegar meu "kit tortura", coloquei-a
de costas pra mim e a fiz abraçar o esteio de madeira, amarrei suas mãos
de forma que ela ficaria ali abraçada enquanto era levemente invadida e
"usada" por mim. Peguei meus chicotes, levantei o hábito e deslumbrei
aquele lindo bumbum juvenil, comecei a aplicar golpes naquela bundinha
pequena e branca...
Ela se retorcia, empinava e contraia aquela bunda gostosa, então eu
comecei a bater mais forte, a vermelhidão da pele era um alucinógeno e
eu só queria que ficasse mais vermelha, só queria deixar marcas, dai
então me contive e a desamarrei e a deitei no chão agora sem a venda no
rosto, vislumbrei aquele olhar felino que tanto me atiçava nas ultimas
semanas, peguei eletrodos e pluguei nos mamilos durinhos dela, agora eu
dava pequenos choques elétricos enquanto ela se retorcia num misto de
prazer e dor...
Sim eletrodos daqueles que se compra em qualquer sexshop. Enfim, ela já estava toda molhada, seus fluidos escorriam pelas suas coxas e a calcinha já estava encharcada... Tirei sua calcinha com força, rasgando mesmo.. Aquele cheiro gostoso e
convidativo de suor feminino era delicioso. Peguei um consolo médio e
comecei a enfiar enquanto colocava um mini vibrador massageando seu
clitóris.
Ela gozou rapidinho, e achou que já tinha acabado, mal sabia ela que
havia apenas começado. Me sentei numa cadeira que estava ali do lado e a
puxei pela guia da coleira, retirei sua mordaça e com uma vara nas mãos eu a corrigia quando
tentava se levantar para chegar perto. Tem que vir de quatro, igual uma
cadela que você é sua puta.
Chegando perto quis colocar a mão no meu membro, bati na sua mão e ela entendeu rapidinho que somente iria usar a boca pra chupar meu pau, começou a me chupar, ajoelhada e com as mãos pra trás ela engolia com maestria, como se fosse a ultima coisa doce do mundo, o ultimo alimento... Ela lambia e chupava e eu quase gozei naquela boquinha quente, mas queria comer aquela "freirinha" gostosa. A coloquei de quatro e bombei, e bombei, apertava os seios dela por cima do hábito.. Sentia os bicos duros entre meus dedos, era mágico
Chegando perto quis colocar a mão no meu membro, bati na sua mão e ela entendeu rapidinho que somente iria usar a boca pra chupar meu pau, começou a me chupar, ajoelhada e com as mãos pra trás ela engolia com maestria, como se fosse a ultima coisa doce do mundo, o ultimo alimento... Ela lambia e chupava e eu quase gozei naquela boquinha quente, mas queria comer aquela "freirinha" gostosa. A coloquei de quatro e bombei, e bombei, apertava os seios dela por cima do hábito.. Sentia os bicos duros entre meus dedos, era mágico
A puxei pela coleira e a deitei em sacos de café que estavam dispostos
numa boa altura, os grãos de café machucavam suas costas enquanto eu
profanava sua intimidade, estava muito boa aquela posição, depois de
longos minutos entrando e saindo eu a coloquei de joelhos e enchi sua
boca com meu sêmem, ela lambia e engolia cada gota, não podia
desperdiçar, esse era seu prêmio, e ela recebera como a mais experiente cadela.
Eu me sentei novamente na cadeira e ela então se ajoelhou e abraçou meus pés, ficamos assim por um tempo, depois nos vestimos e fomos embora, nunca mais perdemos contato, vez ou outra eu a procuro, mas essa cena ficará registrada como a melhor de nossos encontros
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
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parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com
Eu me sentei novamente na cadeira e ela então se ajoelhou e abraçou meus pés, ficamos assim por um tempo, depois nos vestimos e fomos embora, nunca mais perdemos contato, vez ou outra eu a procuro, mas essa cena ficará registrada como a melhor de nossos encontros
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 18 de Abril de 2013
Data da ultima revisão: 23 de Abril de 2013 - 07:53 horas
Este conto é parte da obra: Devaneios.
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Apenas o beijo
"Sexo... Desde o início dos tempos o divisor entre o homem e sua divindade."
Eram quase três da manha de uma madrugada quente, nossa conversa no bate papo do facebook já estava evoluindo para quase um sexo virtual, nossa vontade era maior que a nossa razão. Então me impus e me ofereci pra ir ate sua casa, você de pronto concordou, sai do trabalho as pressas imaginando você tomando o banho que disse que ia tomar, queria que a sua esponja fosse as minhas mãos, que o seu sabonete fosse a minha língua, e a sua toalha o meu corpo. Chegando em sua porta apertei o numero do seu apartamento no interfone, você atendeu e abriu o portão, na entrada avistei você, radiante no seu vestido vermelho, beijo no rosto, abraco apertado e mãos que não queriam mais se soltar...
Tomamos cafe da manha -as 03:00 da manha- sua amiga que estava no seu apê era uma doçura, muito engraçada e tímida, uma timidez lasciva de quem quer mas pode pedir, mas mesmo assim eu preferia somente nos dois ali naquela madrugada (...) E como se ela tivesse lido meus pensamentos começou a guardar as coisas, findada a organizacao em sua mochila ela se despediu e foi-se embora caminhando ate seu apartamento a 200 metros dali, agora estávamos somente eu e você...
Sentados no sofá olhares se encontrando, minhas mãos teimando em caminhar pelo teu corpo, pelas pernas -lindas pernas- apalpando agora tua carne, beijando teu pescoço, teu rosto delicado, tua mão tremula segurando firme a minha, então te beijo a boca com prazer, um beijo calmo e intenso, e depois selvagem e marcante. Dai pra frente não paramos mais de nos beijar, deitamos no sofá um em cima do outro, hora você por cima hora por baixo, beijos, lambidas gemidos, desejo... Você me excitando, me deixando sem reacao em alguns instantes.
A noite tao quente e nos dois mais quentes ainda, quase comendo você pela boca eu paro e me deito sofa enquanto você me fita com olhar animalesco, se ajoelha entre minhas pernas e então me fode com a boca, me chupa cadenciadamente, freneticamente, engole ele inteiro e beija a glande.... Uma maestria incondicional e intensa, não se vão muitos minutos e eu já estou entregue, te ajudo nessa parte então vem o gozo quente e espesso. Você se delicia com essa parte, se lambuza inteira, me lambuza (...)
Agora nos limpamos abracamos, beijamos e nos "amamos" amo você, essa sua compania, sua doacao a mim, você se doa a mim de uma maneira que eu jamais poderia imaginar que faria. Agora não tiro mais você da minha cabeça, não consigo parar de pensar em você, e onde quer que eu vá vou te levar comigo. Mesmo que você não me queira mais, mesmo que você não me aceite como sou eu sempre vou levar você no meu coracao, mas pra minha felicidade voce quis...
Agora toda noite chego em casa cansado por mais uma noite de trabalho, a densa neblina matinal cobre o curto caminho entre o portão e a porta de entrada da nossa casa, entro com um suspiro reconfortante por estar no meu "ninho" (smack). Você me surpreende com um beijo roubado, e que beijo, perdi o sono instantaneamente com esse beijo, esquentou todo o meu corpo! Olhei ao redor e tudo estava colocado em seu lugar, nada novo, nenhuma surpresa, nem fantasia. Apenas o beijo (...)
Eram quase três da manha de uma madrugada quente, nossa conversa no bate papo do facebook já estava evoluindo para quase um sexo virtual, nossa vontade era maior que a nossa razão. Então me impus e me ofereci pra ir ate sua casa, você de pronto concordou, sai do trabalho as pressas imaginando você tomando o banho que disse que ia tomar, queria que a sua esponja fosse as minhas mãos, que o seu sabonete fosse a minha língua, e a sua toalha o meu corpo. Chegando em sua porta apertei o numero do seu apartamento no interfone, você atendeu e abriu o portão, na entrada avistei você, radiante no seu vestido vermelho, beijo no rosto, abraco apertado e mãos que não queriam mais se soltar...
Tomamos cafe da manha -as 03:00 da manha- sua amiga que estava no seu apê era uma doçura, muito engraçada e tímida, uma timidez lasciva de quem quer mas pode pedir, mas mesmo assim eu preferia somente nos dois ali naquela madrugada (...) E como se ela tivesse lido meus pensamentos começou a guardar as coisas, findada a organizacao em sua mochila ela se despediu e foi-se embora caminhando ate seu apartamento a 200 metros dali, agora estávamos somente eu e você...
Sentados no sofá olhares se encontrando, minhas mãos teimando em caminhar pelo teu corpo, pelas pernas -lindas pernas- apalpando agora tua carne, beijando teu pescoço, teu rosto delicado, tua mão tremula segurando firme a minha, então te beijo a boca com prazer, um beijo calmo e intenso, e depois selvagem e marcante. Dai pra frente não paramos mais de nos beijar, deitamos no sofá um em cima do outro, hora você por cima hora por baixo, beijos, lambidas gemidos, desejo... Você me excitando, me deixando sem reacao em alguns instantes.
A noite tao quente e nos dois mais quentes ainda, quase comendo você pela boca eu paro e me deito sofa enquanto você me fita com olhar animalesco, se ajoelha entre minhas pernas e então me fode com a boca, me chupa cadenciadamente, freneticamente, engole ele inteiro e beija a glande.... Uma maestria incondicional e intensa, não se vão muitos minutos e eu já estou entregue, te ajudo nessa parte então vem o gozo quente e espesso. Você se delicia com essa parte, se lambuza inteira, me lambuza (...)
Agora nos limpamos abracamos, beijamos e nos "amamos" amo você, essa sua compania, sua doacao a mim, você se doa a mim de uma maneira que eu jamais poderia imaginar que faria. Agora não tiro mais você da minha cabeça, não consigo parar de pensar em você, e onde quer que eu vá vou te levar comigo. Mesmo que você não me queira mais, mesmo que você não me aceite como sou eu sempre vou levar você no meu coracao, mas pra minha felicidade voce quis...
Agora toda noite chego em casa cansado por mais uma noite de trabalho, a densa neblina matinal cobre o curto caminho entre o portão e a porta de entrada da nossa casa, entro com um suspiro reconfortante por estar no meu "ninho" (smack). Você me surpreende com um beijo roubado, e que beijo, perdi o sono instantaneamente com esse beijo, esquentou todo o meu corpo! Olhei ao redor e tudo estava colocado em seu lugar, nada novo, nenhuma surpresa, nem fantasia. Apenas o beijo (...)
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Meu amor tem outro amor - Pt. 3
No chão, no mar, na lua, na melodia
Mania de você
de tanto a gente se beijar
de tanto imaginar loucuras...♪♫" - Rita Lee
Mais alguns meses se passaram e nos continuamos a nos comunicar virtualmente, embora já tenha havido dois fantásticos encontros entre nos -os quais não tiro da cabeça- sempre faltou algo mais! Sim e o tal do sexo, eu almejo muito o sexo com você, sexo gostoso, pegado, com desejo mutuo e selvagem, que tenhamos vários orgasmos e haja muito sexo oral! Assim e como imagino que seja quando finalmente você concordar em ficar de vez comigo.
Pois bem, vou relatar aqui em riqueza de detalhes como gostaria que fosse nosso próximo encontro...
"Nos encontraríamos no mesmo local de sempre, você usando um short curto, regata e tênis, eu a estaria esperando com meu visual mais conservador (clichê), a conversa agradável como toda vez, os corpos se encontrando vagarosamente, o ima natural nos unido sem pudor. A respiracao ficando ofegante e a malicia nas palavras afiadas cortando nossa vulgaridade. Em poucos minutos o toque se torna inevitável, minhas mãos passeiam livremente pelas suas coxas grossas, apertando e acariciando, dando leves tapas pra ouvir você gemer.
Você me encara como uma fera pronta a atacar, olhar de fera no cio de vontade de ser domada, mas eu sou paciente e hoje vou fazer você pedir pra eu acabar com você. E esse sorriso de canto de boca malicioso me da a certeza de que você fara isso logo logo.
Conversa vai, conversa vem e a mão que outrora percorria a coxa agora apalpa discretamente sua intimidade, você fica meio sem graça, acho que não esta acostumada a ser bolinada ao ar livre, enfim, aperto forte sua intimidade e volto a acariciar tuas coxas, fixo o olhar em você e o assunto morre, o beijo vem logo atrás da ultima palavra proferida pela sua boca, calando-te, ascendendo-te para um banquete promiscuo entre nos! Você me beija com vontade -acho que sentira saudades da ultima vez- Me aperta e arranha, beija-me as bochechas, pescoço, boca, testa... Beija-me toda a face e alguns outros lugares muito estimulantes, me abracando forte chegando cada vez mais perto, acho que já esta no hora de nos retirarmos, você já esta quase no meu colo e meu membro esta tao duro que quase rasga a calca!
Você chega ao meu ouvido e diz as palavras que eu tanto queria ouvir:Mais do que depressa te agarro pelo braco e vamos ao motel mais próximo. Em cima da moto você acaricia com forca meu membro por cima da calca, esfrega seus mamilos nas minhas costas e geme gostoso pra me excitar ainda mais. Chegamos enfim, entramos no quarto e você me beijar enlouquecidamente, as roupas vão sendo jogadas ao chão rapidamente, nem nos preocupamos em fechar a porta do quarto, faco uma pausa e contemplo seu corpo desnudo a minha frente, entregue, você deitada na cama se contorcendo, acariciando o clitóris umedecido e me olhando com olhar fatal.
Eu me aproximo e você estende a perna em minha direcao, eu prontamente seguro teu pezinho e começo a beija-lo lambendo cada centímetro desse pezinho delicado, descendo a mão e a boca pelo tornozelo, panturrilha, coxas, e finalmente chego a sua intimidade que pra minha felicidade estava quente e molhada com cheiro de orgasmo feminino, uma delicia, estico a língua e a encosto direto no seu clitóris, faco pressão em cima dele e sinto você tremer, gemidos intcontrolaveis quando começo a movimentar a língua na sua caverninha, movimentos cadenciados e precisos, lábios e clitóris recebem maior atencao, mas vez ou outra penetro a língua dentro de ti, enfio um dedinho na caverninha e co outro brinco com seu buraquinho enquanto continuo a lhe chupar, você geme alto e goza muito...
Então a seguro forte pelos cabelos e te forco a ficar de quatro na cama para retribuir o oral épico que acabara de receber, você prontamente se vira e começa a me chupar, sobe e desce, chupa e lambe, como num tango bem ensaiado você chupa ate o ultimo centímetro do meu membro latejante. Um vai e vem frenético em sua boca quente, na consigo suportar assim muito tempo, mas não quero gozar ainda, a primeira gozada tem que ser dentro de ti.
Aproveitando que você já esta de quatro eu apenas me deito em cima de você e teu corpo se apoia no colchão, você joga os longos cabelos dourados para o lado e abre as pernas vagarosamente me convidando a penetrar, eu o coloco na portinha da sua caverna e forco a entrada devagar, ela esta tao molhada, engole ele calmamente sentindo as veias pulsarem fora e dentro de ti, se ajeita no colchão enquanto eu beijo teu pescoço e o membro acaba de entrar em sua intimidade. Agora movimentos de vai e vem, entrando e saindo, cada vez mais duro, mais molhado e quente, estocadas fundas e selvagens, você gemendo alto eu seguro forte teus cabelos dourados enrolando-os em minha mão, a outra mão livre eu dou tapas nessa sua bunda gostosa.
Te viro de frente pra mim e fazemos um 'frango assado' bem pegado te segurando forte pela cintura, os seios balançando e você os segura firmemente apertando os mamilos, agora gemidos altos e estocadas violentas, quase entro inteiro dentro de você, meu quadril bate forte contra sua bunda, meu membro some cada vez mais fundo adentro de você... Agora eu sentado na cama e você cavalgando nele de frente pra mim seus seios ao alcance da minha boca, eu os sugando e apertando seu clitóris rocando em mim, você gemendo alto no meu ouvido, não aguento mais de tanto tesão, você geme muito gostoso, cavalga muito gostoso, então quando estou prestes a gozar você me confessa que também ira gozar -a terceira vez- entoa gozamos juntos nos beijando, nos apertando e nos amando...
Um casal de prostitutos viciados um no outro, agora deitados lado a lado ofegantes e saciados por enquanto..."
Assim seria a nossa primeira vez juntos, marcante eu acho, pelo menos pra mim! Agora que já leu e só botarmos m pratica, tens meu numero, basta ligar...
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 01 de Janeiro de 2013
Data da ultima revisão: 13 de Fevereiro de 2013 - 02:42 horas
Este conto é parte da obra: Devaneios.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Proibida edição, vinculação, impressão ou propagação por meios virtuais ou físicos do conteúdo
parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Meu amor tem outro amor - Pt. 2
Era uma bela loira, pele macia e visivelmente delicada, estava disposta na minha frente, apenas a alguns passos de distancia, talvez um ou dois; Porem eu era casado e o que eu estava pensando em fazer não era certo (...)
De tempos em tempos nos encontrávamos em uma praça no centro da cidade, recordo-me bem do inicio de nossos encontros outrora virtuais, nosso vinculo se limitava a algumas breves "saudacoes" de chegada e saída, meras convencoes sociais. Mal sabia ela que desde o minuto em que eu chegava naquele site de relacionamento ate o ultimo segundo em que estivesse ali eu a fitava incansavelmente, desejava-a euforicamente como se fosse a ultima gota de agua doce do mundo, não me importava se ela me também me desejava ou não, eu apenas queria apreciar aquela rara beleza.
Quando nos encontramos finalmente foi explendido, cada detalhe dela era perfeito, o jeitinho que ela colocava os longos cabelos loiros atrás da orelha mexiam com a minha libido, o tom único de sua pele, as marcas de expressão sensuais do rosto, o formato da boca quando ela falava meu nome, tudo era magico; quando ela repousava o cotovelo na coxa e pressionava os lábios fazendo biquinho com a mão era um convite a perdicao!
Foi então que decidi experimentar a investida, fixei o olhar nela (mais do que já estava) e ela rapidamente correspondeu a esse gesto, aquilo pra mim foi estático, nossas retinas se encontraram e se amaram por alguns segundos, e nesse instante eu experimentei o doce sabor da atencao feminina, me embriaguei com isso.
Não sei se por descuido ou falta de atitude ela novamente desviou o olhar, pelo menos ela me olhara fixamente por mais de tres segundos, e isso com certeza sinificava algo, eu só não sabia o que ainda. Logo em seguida olhei no relógio e vi que nosso horário estava extraordinariamente findando e tivemos que abandonar aquele jogo de seducao, não queria, mas nao tinha escolha. Quando nos despedimos alguns metros da minha moto eu lamentava profundamente por nao ter levado outro capacete, ou por não ter coragem o sulficiente para leva-la embora sem capacete mesmo, entao corri pra cassa e a procurei de imediato no site, mas ela não estava, talvez tivesse ido tomar banho ou ido dormir, esperei por alguns minutos fitando a maravilhosa foto que estava estampada na tela do meu computador, mas ela não veio então fui dormir descontente por não ter provado o néctar divino dos lábios rosados da minha deusa loira.
.
Esse joguinho seguiu por mais algumas semanas afora, eu sempre querendo me encontrar com ela novamente e nunca tinha coragem de marcar, e quando criava coragem ela não estava on-line, era um jogo de desencontros. Então num dia em que eu jamais espera encontra-la on-line, ela me surpreende com um "oi", então conversamos, poucas palavras, muito desejo e uma vontade de se ver que queimava os ossos, marcamos enfim um novo encontro para o outro dia a tardinha.
Chegando no local de sempre (a praça que pra minha infelicidade era muito iluminada) eu a avistei vindo em minha direcao, deslumbrante, cativante, envolvente, apaixonante(...) Eu amo essa mulher! Nos cumprimentamos e sentamos no banco gélido apesar do sol quente que o tocava, estávamos de poucas palavras, mas aos poucos fomos nos soltando novamente, a conversa fluia naturalmente e os assuntos iam desde os sonhos de infância ate a fantasia sexual mais louca que desejavamos.
Logo as brincadeiras começavam, os toques ficaram mais intensos, a luxuria incendiava e brincava com nossas mentes. Então depois de quase uma hora de conversa foi que nos sentamos de frente um para o outro, eu a peguei forte pela cintura e a puxei bem pra perto de mim, senti sua respiracao quente e rápida, notei que os seios estavam entumecidos e as pupilas dilatadas.
Abracei- com fervor e o beijo veio de supetão, finalmente estava beijando aquela boca linda, finalmente eu a tinha em meus bracos, eu a beijava com toda delicadeza do mundo, porem a apertava com selvageria. Ela me olhou e disse que estava ficando louco, eu a fiz calar com outro beijos, ela puxava meus cabelos e eu a fazia estremecer com o toque preciso de minhas mãos em seu corpo.
Queria tira-la dali, leva-la a um outro lugar mais discreto, porem as circunstancias nao permitiam. Ficamos nos beijando e nos "amando" por longos minutos, então ela toda sem graça disse que ja havia estourado seu horário, que pra todos os efeitos estava no curso de inglês, e eu pra quem quisesse saber estaria na academia. Nos despedimos com um beijo incrivelmente delicioso, desses que jamais sairá da memoria, eu a fiquei olhando dar os primeiros passos, depois montei na minha moto e sai, aguardando ancioso o próximo encontro e com um sorriso de orelha a orelha por ter realizado o meu sonho de beijar aquela boca linda...
Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 26 de Dezembro de 2013
Data da ultima revisão: 17 de Janeiro de 2013 - 04:33 horas
Este conto é parte da obra: Devaneios.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Proibida edição, vinculação, impressão ou propagação por meios virtuais ou físicos do conteúdo
parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com
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