“Só uma coisa somos com extrema facilidade: vulgares.” - George Bernard Shaw

domingo, 26 de janeiro de 2014

O ultimo suspiro



Sua pele está pálida. Seus instintos, mortos, tal qual sua carne. Seus olhos vítreos deixam resplandecer a morbidez que cobre seus olhos negros como a mais amarga e insone madrugada. A mente entorpecida por uma dose excessiva de álcool parece não querer mostrar sinais de vida, por mais esquálidos que estes fossem. Sequer uma respiração, ou um leve espasmo muscular de seu rosto angelical encarnado em uma divina imperatriz.

Seus cabelos, de uma tonalidade loura e resplandecente, um ouro roubado do mais longínquo inferno, ameaça a desabar de seu coque caprichosamente arrumado. As vestes, de um vermelho sanguinolento recobertas por rendas finíssimas e negras, parecem intactas. Seu longo vestido, submetido aos esforços de um espartilho, deixa à mostra seus seios de dimensões pequenas: lívidos, macios, tenros qual par de pêssegos seguros pendendo de uma árvore amaldiçoada. Sua boca ligeiramente carnuda e tentadoramente lasciva jaze aberta, esperando que a morte lhe tire o último suspiro.

O beco escuro, úmido e com um odor que beira ao fétido, resguarda seu corpo. O chão recoberto por pequenos blocos de basalto sustém os casarões mais charmosos: sua arquitetura fina, no centro da cidade, rodeia o prostíbulo onde ela deveria estar. Mas, em seu interior orgástico, não está: está estendida sobre algumas caixas de madeira, enfileiradas como uma cama à espera da meretriz mais desejada.

Um homem esguio, com músculos poderosos, aproxima-se com alguns passos vagarosos, qual felino prestes à abater a presa que há muito almeja. Os trajes finos de um conde ocultam um príncipe de origem desconhecida, advindo dos confins da Europa. As calças ligeiramente azuladas, o fraque de mesma tonalidade e a tradicional bengala Stock, parecem farfalhar na imensidão trevosa. Os cabelos deste distinto figurante são longos, ondulados e de um castanho escuro brilhante; o que não é comum para os homens desta localidade, que mantêm seus cabelos sempre muito bem aparados e deixam, no máximo, suas barbas cobrirem o semblante. Este homem, de distintas atitudes, de distinto cabelo e de olhar estrangeiro, deixara crescer em sua face longos e macios bigodes. Seu olhar castanho e felino contempla demoradamente a figura esticada sobre o amontoado de caixas, com a coluna e cabeça ligeiramente inclinadas para trás e com suas pernas em posição tortuosa, como protegendo um dos maiores segredos que uma mulher poderia manter – mas não esta. A barra do vestido esconde até mesmo parte dos pés envoltos por um sapato gracioso, de salto altíssimo, que até as mulheres mais habituadas a ele sentiriam dificuldades em equilibrar-se, ainda mais com uma dose excessiva de absinto a correr desenfreadamente pelas veias sedentas de utopias.

Ele passa sua língua ao redor dos seus lábios. Uma refeição farta e suculenta. Um delírio enaltecido pelos deuses romanos. Uma sereia em corpo humano, entorpecida pelos murmúrios algozes de um pesadelo infindável. Uma carcaça curvilínea, de medidas que extrapolam o padrão tradicionalmente esguio de qualquer meretrício. Os olhos amendoados, sepultados pelas pupilas apertadas como fendas, deliciam-se com aquele belo pomo unindo a podridão do ambiente à beleza descomunal de uma devassa oferecida em sacrifício em um altar de egos e gozos intermináveis.

O corpo ágil do soturno homem subitamente está em cima a imóvel donzela encarniçada. O perfume que aquele corpo morto exala é quase tão inebriante quanto o feitiço que aquela luxúria intrínseca lança. O toque sedoso de seus lábios embevecidos faz com que o corpo volte a mostrar alguns ínfimos sinais de vida. Sua pele lívida deixa transparecer ligeiras pulsações e, consequentemente, uma ligeira cor rosada enrubesce timidamente a figura estendida.

- Isso! Volte... para mim!

Sua ordem lançada em uma magia demoníaca faz com que o corpo imóvel volte a vibrar. Mas são apenas os instintos carnais que assolam a carcaça abandonada. Apenas os instintos para manter-se vivo e a percepção dos cinco sentidos estão ativos. A consciência dissipou-se para nunca mais.

Seus lábios seguem em direção aos dela, e um maquiavélico beijo que exala podridão demora-se com o passear infindável de sua língua pelo território ainda inexplorado por ele. Sua mão direita segue para acariciar o rosto imóvel, e silenciosamente a mão esquerda deixa tombar a bengala. Ambas as mãos correm para o peito rodeado por jóias falsas. Ele acaricia o tórax cadavérico como se assim estivesse a afagar o baú do mais valioso tesouro. Suas mãos de unhas longas seguem para as costas da mulher e tentam desesperadamente afrouxar o espartilho, e logo o corpo espremido sente a ligeira liberdade das amarras das vestimentas. Com algum esforço, o homem consegue livrar também os seios encarcerados. Seus olhos rejubilam. Suas mãos acariciam demoradamente cada um deles, e um êxtase delicioso invade-o de assalto quando percebe que os pomos imóveis ficam enrubescidos, e os mamilos incham e endurecem. Um calor crescente pulsa nos seios à mostra. O homem curva seu corpo para trás, mostrando uma flexibilidade admirável. Cerra seus olhos e morde seus lábios, imaginando sua satisfação que mesmo sendo breve, teria o gosto legítimo da eternidade.

Volta-se violentamente para os seios a explodir em um prazer cálido. Sua boca fria beija vagarosamente a pele doce e suave, e alcança os mamilos primeiro com suavidade e, posteriormente, com violência. Sente o gosto cândido da pele a estremecer-se, e afoga-se ainda mais nos seios cada vez mais rubros. Ele morde, suga, deixa a ponta de a sua língua encharcada rodear as auréolas e em seguida, suga como um rebento abandonado. Após uma mordida leve, que aos poucos é mais intensa e cruel, os mamilos deixam verter uma gotícula de sangue.

Um leve gemido de prazer é solto pelas cordas vocais masculinas, e seus lábios ásperos voltam-se para os morros pontiagudos, que agora vertem sangue. Um delicado beijo, depois uma sucção violenta... e logo seu membro inchado pulsa com tamanho êxtase que mal pode se conter dentro de sua calça.

Enquanto sua boca enaltece movimentos entre ambos os seios rijos, retesados e trêmulos, sua mão esquerda passeia pela barriga imóvel e segue até o meio das pernas da morta-viva. Mesmo sob o pesado tecido do vestido, acaricia voluptuosamente a suculenta ferida. Movimentos que vão de cima para baixo, em uma carícia interminável, parece ordenarem que os sentidos renasçam ali também.

Afasta ligeiramente as pernas para que o seu corpo se encaixe ali e, ainda embriagando-se com o prazer dos seios, movimenta-se para melhor levantar a saia. Sua mão passeia e esfrega-se contra as pernas roliças, encobertas por uma cinta-liga. Seus lábios desligam-se dos seios e beijam vagarosamente a barriga, até que ele ajoelha-se novamente e contempla as pernas bem abertas. Suas mãos seguem para retirar a roupa íntima que envolve a virilha e, imbuído de uma selvajaria, ele rasga o tecido e deixa exposto o motivo de seu desejo. Os lábios fartos, transbordantes, em meio aos parcos e claros pêlos púbicos, fazem seu pênis ansiar ainda mais por adentrar aquelas entranhas e fazer com que ela ressuscite com um ligeiro movimento de uma forte estocada.Um único movimento empalador, um corte violento na direção horizontal: seria tudo para trazer aquele corpo lúbrico à vida carnal para os prazeres mais diabólicos.

Ele leva sua mão para sentir seu membro vigorar, mas ainda não o libera. Ao invés disso, segue para a doce ferida com a mesma sede que tinha quando sugava-lhe os seios.

Primeiro um beijo, em seguida uma leve sucção, uma lambida infernal e delirante. Sente a vagina gélida contorcer-se e transformar-se num cálido e tenro pedaço de carne. O clitóris, desabrochando tal qual uma rosa embebida no mais orgástico veneno, começa a inchar. Ele afasta os grossos lábios vaginais, enrijece sua língua e penetra-a na caverna insepulta. Sente as contrações involuntárias daquela caverna quando um corpo alheio ousa penetrá-la.

Quando sente o ácido fervente escorrer pela vulva, ele não mais agüenta e expõe seu órgão viril, teso e incandescente. Um órgão comprido, de aparência lisa e ligeiramente lustrosa em sua cabeça; com os pesados testículos frenéticos e os pêlos negros, eriçados. Este logo se perde entre a escorregadia abertura. Seus quadris empurram o pênis para o interior do antro envolvente, e ele faz com que a cabeça encoste na base do colo uterino. Um invólucro ardente, pulsante, qual boca maldita a mastigar, sem as presas, o alimento egoísta.

Sente os músculos de todo o seu corpo trabalharem, como uma chama incandescente faz a maquinaria da locomotiva puxar os vagões. Suas mãos agarram firmemente as ancas de sua meretriz, e logo as unhas compridas estão cravadas naquela carne tal qual uma águia agarra seu peixe.

Sua respiração torna-se ainda mais ofegante. O coração palpita com mais Ânsia. Sua face contorce-se. E o andamento enlouquecido a arregaçar a macia e elástica boceta termina em um gozo sepulcral. Seu gemido alto é abafado pela música saída de dentro do prostíbulo, como se a sinfonia de prazer fosse a sua própria voz empalada pela sinfonia do orgasmo.

Com a respiração ofegante, os sentidos inebriados, a boca entreaberta e a cabeça inclinada para trás, percebe que gotas de suor brotam dentro de sua roupa. O corpo trêmulo exala um calor que há muitos séculos não sentia igual.Os olhos estão cerrados com tamanha força que ele consegue visualizar pequenos focos incandescentes ocultos nas trevas de suas pálpebras.

Com um movimento vagaroso de seus músculos, tal qual um fugitivo que tenta se esquivar silenciosamente de um perigo iminente, ele tenta recuperar suas forças. Não retira seu órgão da cova infernal, não movimenta suas mãos. Apenas guia o olhar para o corpo ainda estirado a sua frente, que deixa seu rosto resguardar a mesma expressão cadavérica a qual ele anteriormente encontrara. Observa os seios inchados, com os mamilos dilacerados e o tórax brilhante. Vê os braços abertos da diva entorpecida, como se ela estivesse À espera de um príncipe trevoso que a possuísse.

Mais um longo silêncio. Desta vez, não escuta nem a música alta que extravasa as paredes, tampouco sua respiração tortuosa ou as batidas aceleradas de seu coração pérfido. Tenta encontrar algum manifesto no cadáver lúbrico: nenhuma piscadela, nenhum gemido, nem mesmo o dedo mínimo da mão consegue exprimir algum movimento. Apenas o coração frenético espalha pelo seu corpo o vinho rose de seu sangue, e a rósea caverna enlouquecida vibra e contorce-se, sugando ainda a espada afiada que lhe corta as entranhas.

Após a densa pausa, este distinto homem, de cabelos e unhas compridas, com olhar e pose característicos de estrangeiros, inclina-se e bebe dos mamilos o sangue que fizera verter. “As forças devem ser recuperadas” conjecturou, enquanto suga e bebe grandes goles do sangue que se fez em sua mais doce embriaguez. O gosto amargo, ligeiramente metálico e carnal daquela bebida rubra, faz com que seu apreciador prenda-se mais intimamente à vítima.

Os segundos passam-se com a velocidade de horas.logo, porém, sente uma leve tontura, e imediatamente distancia-se. “Absinto...”

Com algum custo, separa-se do corpo que os fizeram ser apenas um.

Recompõe-se e põe-se a vaguear pela escuridão.

A mulher nas trevas, nua, ensangüentada e com seu segredo lambuzado e exposto, parece não se valer mais de qualquer importância. A face antes rosada volta a morrer, porém a expressão macabra continua intacta.

E da boca entreaberta, vagamente pulsante, prende uma última mensagem a todos que quiserem compartilhar de sua embriaguez.um último suspiro é exalado antes que a Morte, desta vez em forma de ceifador, apodere-se de sua alma, pois seu corpo ela a acabara de possuir.



Autoria: Néliton Oliveira Santos
Data da ultima revisão: 17 de julho de 2011 - 22:56 horas
Este conto é parte da obra: Memórias de um Vampiro.
Especiais agradecimentos e dedicatória a: Cahethel, o anjo da sala wicca,
por sua colaboração involuntária e amizade.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Proibida edição, vinculação, impressão ou propagação por meios virtuais ou físicos
do conteúdo parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com

†Inerte†

Este é apenas um sonho, sonho este que está gravado em mim.
Muito bem, falemos de uma noite, sem lua, fria, onde Vera Luz, (uma criatura da noite completamente linda, sedutora, seus cabelos eram longos e castanhos como amêndoas, suas vestes, negras tanto quanto o manto da noite, perfeitas) vagava lentamente, buscando algo.

Entrou em um bar, de musica country. Estaria ali o que tanto procurava? Ficou em um canto do bar, apenas observando os transeuntes do estabelecimento, vezes ou outra, distraia-se com a música, até que o avistou, Sammael Santolli; um homem moreno, de cabelos negros como a noite, barba a fazer, olhos esverdeados, vestido tipicamente, como manda o recinto (perfeito... pensou ela). Observava-o em todos os seus movimentos, via o quanto as humanas se encantavam pela sua beleza, e interessou-se por ele.

Permaneceu, em seu lugar, até que resolveu se aproximar, lentamente, e simplesmente sorriu para ele; seu sorriso era encantador, sedutor, ele retribuiu aquele convite a perdição, então após poucas palavras trocadas eles resolveram sair dali.
Caminhavam em silêncio rumo a qualquer lugar, ela ouvia suas palavras, quase sem sentido. Enfim entraram no carro, ele dirigia; ela apenas observava-o. Logo chegaram ao apartamento do jovem; era tudo caprichosamente organizado, ela gostou do que viu.

Conversaram por algum tempo, tomaram vinho e ela o envolveu em seu manto de sedução, beijou-lhe levemente os lábios, fazendo-o estremecer (ela sabia exatamente o que causava e adorava isso). Ele tentava manter-se coerente perante a situação, mas ela queria mais, muito mais, então, decidiu atacar.

Beijou-lhe os lábios quentes, enquanto suas mãos acariciavam seu pescoço; ele sentiu um leve tremor, suas mãos eram frias, e a cada toque sentia-o estremecer.
Ele não resistindo mais a tamanho desejo, deixou-se envolver, pelo véu de sedução dessa encantadora estranha, já não existia mais nada entre eles, a não ser o desejo.

Seu vestido colado ao corpo, deixava-lhe ver as curvas perfeitas de seu corpo, seios fartos.Ele por sua vez, respiração ofegante, deixava-se levar apenas. As mãos daquela criatura da noite faziam-lhe estremecer, ela lentamente tirou-lhe a camisa, observava cada centímetro daquele corpo, deliciosamente selvagem, queria domá-lo e assim o faria.

Enquanto beijava-lhe suas unhas afiadas passeavam pelas costas, lentamente, num vai e vem, enquanto ele gemia de prazer, e aproveitava a situação para abrir-lhe o vestido deixando-o cair sobre o tapete. Parou por um instante e contemplou o corpo que lhe era oferecido. Roupas íntimas negras, contrastando com a pele branca; ela delicadamente afastou-se, caminhando para o quarto, e ele a seguiu sem nada a dizer, deitou-se naquela cama, delicadamente trabalhada, ele observava-a da porta, e ela fez apenas um sinal, e murmurou, vem... ele rendeu-se deixando tudo esquecido.

Chegando ao lado da cama, ele a observava, como querendo entender porque tanto desejo; ela sorria, e lentamente abriu-lhe as calças, deixando o membro ereto mais a vista. Sorriu.
Ela estava de joelhos sobre a cama, beijou-lhe, e o fez deitar... Suas mãos acariciavam sua pele, quente... Deliciosamente quente, suas unhas roçavam suas cochas, tão próximas de seu membro, mas ela não ousava tocá-lo ainda, queria enlouquecê-lo queria que ele implorasse por isso; as mãos quentes dele percorriam todo seu corpo, e deixou-se envolver por aquele desejo incontrolável. A essa altura já estavam completamente sem roupa, deliciando-se cada qual com o corpo oferecido.

Ela estava sobre ele, e lentamente foi descendo, provocando com sua língua, cada parte de seu corpo, até chegar a seu membro ereto, deixava apenas roçar em sua pele fria, enquanto suas mãos o acariciavam, lentamente... Lambia-o, procurava ver o quanto aquele pobre rapaz conseguia se controlar, fazia-o estremecer e gemer de prazer, quando ele implorou-lhe que o deixasse entrar em seu templo tão sagrado, ela simplesmente, sentou-se sobre ele, fazendo-o estremecer ainda mais, em um vai e vem enlouquecedor, quando ela realmente deixou seus instintos aflorarem... a respiração dele já era quase incontrolável, ela notou sua jugular, saltada, deliciosamente pronta para o bote final, quando ele estava chegando ao êxtase, ela apoderou-se daquilo que tanto desejava, teu sangue, ele gemeu pela dor causada, tentou afastá-la , nas não conseguia... Ela sugou-lhe o ultimo fio de vida...

Levantou-se, vestiu-se... Nem olhou para traz, deixou o corpo inerte, sobre a cama, mais uma vitima da calada da noite. Ela seguiu noite a dentro e não foi mais vista. Ao despertar, ainda tinha a sensação do corpo encantador de Vera Luz em contato com o meu. Olhei ao redor, nada encontrei, e notei, foi apenas um sonho, nada mais...


Autoria: Néliton Oliveira Santos
Data da ultima revisão: 20 de julho de 2011 - 13:09 horas
Este conto é parte da obra: Memórias de um Vampiro.

Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A paixão dos Imortais - Parte 2


Ouve-se um baque surdo, de repente uma porta se abre e Stephan entra apressado carregando as bebidas, enquanto Kelly bastante a vontade já com a blusa aberta entra e se joga na cama. Stephan a  olha com um desejo ardente, mordendo os lábios e abrindo o zíper da calça que logo estará jogada ao lado da cama.
Beijos ardentes indicam o início de uma noite de prazer insano onde uma jovem balconista transa enlouquecidamente com o seu novo vizinho outrora desconhecido.
As mãos de Stephan percorrem o corpo de Kelly, tirando totalmente a blusa e deixando a mostra o belo par de seios, Stephan os suga com voracidade, morde os bicos entumescido de prazer, Kelly se contorce sentindo sua intimidade contrair a cada mordida que recebe nos seios.
_Me chupa! - Fala Kelly com uma voz tão erótica que Stephan não pensa duas vezes e vai descendo a língua em direção a intimidade de sua cadela.
O homem tira  toda a roupa da mulher e olha aquele belo corpo exposto sob a luz negra daquele quarto de motel barato.
Ele lambe com uma vontade relutante, penetra a língua dentro da intimidade de sua parceira com uma maestria incondicional, intercala lambidas e suaves mordidas no clitóris pulsante daquela mulher, ela a ponto de rasgar os lençóis com as unhas afiadas e rubras de esmalte. Como todo jovem devasso ele a coloca de quatro com a cara no colchão e lambe suavemente seu anus, nessa hora Kelly solta um gemido tão alto que Sammael quase arrebenta a porta para deflorar logo o rabo daquela cadela excitada. Stephan lambe sua parceira com uma ferocidade enorme, a deixa toda molhada, com leves espasmos vaginais, Kelly se põe de joelhos e começa uma bela chupada no membro latejante de Stephan, ela o chupa e olha em sua face enquanto lhe acaricia as bolas. Ela quase explode de tesão e vontade a muito tempo ansiava por isso, queria muito foder agressivamente com alguém. Seu parceiro parece que leu seu ultimo pensamento e num gesto rápido ele a empurra para trás, Keely cai deitada na cama e Stephan se deita entre suas pernas chupando seu belo par de seios enquanto vai penetrando sua intimidade molhada.
Kellly parece não acreditar, ela geme alto e arranha com for; costa de seu macho enquanto e preenchida bruscamente pelo seu macho, o cheiro de sexo logo toma conta do ambiente.
Sammael lambe os lábios frios enquanto aperta com forca seu membro sob a calca, ja nao se aguenta mais de vontade, mas quer ver o quanto aquele homem e capaz de satisfazer Kelly, quer saber ate que ponto ele ira suportar o fogo incontrolável daquela mulher.
Kelly já no ápice da euforia sexual solta gemidos agudos enquanto tem um orgasmo violento com as estocadas fundas e severas de Stephan, este com um meio sorriso nos lábios se delicia vendo sua cadela contorcer em meio ao orgasmo. Ele a pega pelos cabelos e a faz chupar por mais algum tempo, quando ela se acalma ele a coloca de quatro e penetra sua vagina em movimentos de vai e vem constantes e profundos,  realmente uma transa selvagem, sem tempo para as tolices normais de uma transa, sem beijos, somente penetração violenta.
Kelly empina aquele belo rabo e Stephan começa a meter forte já quase gozando, sentindo que seu parceiro vai entregar os pontos Kelly toma as rédeas da situação, ela tira o membro de dentro da sua intimidade e deita Stephan na cama, sem pensar ela pega com forca aquele membro molhado e começa a sentar em cima, sente suas pregas sendo invadidas e arrebentadas a cada centímetro que seu cuzinho quase virgem engole. Quando esta com mais da metade dentro de si ela inicia uma cavalgada brusca e desconexa, ela literalmente se joga contra o pau de Stephan, ele fecha os olhos tentando controlar o gozo, mas e inevitável. Ele segura forte o quadril de Kelly que encaixa o membro de seu parceiro inteiro dentro de si, ele urra de prazer e satisfação, Kelly sente o membro de Stephan inchar dentro do seu rabo, e no instante seguinte ela percebe que algo quente e viscoso preenche seu rabo, ela rebola e excita ainda mais seu parceiro. Ela se joga visivelmente cansada ao lado de Stephan na cama, os dois ficam parados olhando pro teto, ainda recuperando o fôlego depois daquela transa .
As luzes se apagam e a porta e arremessada ao fundo do quarto, Stephan e surpreendido com um golpe forte que o joga na parede. Kelly grita desesperada enquanto vê a fera para a sua frente a encarando friamente. Sammael observa atentamente aquele belo corpo desnudo e visivelmente pálido de medo, ele a apanha pelos cabelos e a joga no ombro com uma tremenda facilidade, ela se debate e tenta arranhar Sammael com as unhas, mas e tudo em vão.
Stephan tenta se levantar mas e novamente golpeado com um chute e cai desacordado, Sammael pisa na sua cabeça começa a apertar, esta a ponto de quebrar o crânio daquele mortal  mas a mulher ao seu ombro faz tanto barulho que ele resolve fugir logo daquele local.
Stephan acorda com fortes dores no abdome e cabeça, olha para os lados procurando Kelly, mas o que vê e apenas uma pequena mancha de sangue no chão, sinal de que ela estava ferida mas ainda viva.
Mais tarde dentro de um outro quarto escuro a mulher acorda totalmente ensanguentada e vê Sammael sentado perto da janela segurando uma taca e olhando fixamente para a rua....

Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 10 de Junho de 2011
Data da ultima revisão: 17 de Junho de 2012 - 22:02 horas
Este conto é parte da obra: Memórias de um Vampiro.

Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
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parcial ou total deste conto.
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A paixão dos Imortais - Parte 1



_Mais alguma coisa? - Pergunta intrigada a balconista do supermercado para o jovem a sua frente.
_Não! - Responde o rapaz. -Pensando bem, quero sim! Ele sorriu virou as costas e saiu.
Ela ficou sem entender, se queria mais alguma coisa bastaria dizer o que era. A jovem balconista se chamava Kelly e estava intrigada pensando nas sacanagens que aquele rapaz não faria aquela noite. Ele acabara de comprar cigarros, e bebidas. Uma mistura e tanto para uma noite de loucuras.
Kelly saiu do serviço a meia noite, caminhava para casa acompanhada da solidão e dos pensamentos furtivos sobre as loucuras daquele rapaz no supermercado. 
Kelly era uma moça sensual de olhar marcante, lábios grossos e seios fartos. Um corpo de encher os olhos de qualquer criatura, e agora estava ali, caminhando indefesa e com o tesão a flor da pele. 
De repente ela avistou ele, o rapaz do supermercado parado com o carro alguns metros da frente de sua casa. Ela continuou caminhando sem olhar para os lados, achou que fosse só uma coincidência encontrar aquele mesmo rapaz duas vezes em uma mesma noite, mas estava errada.
_Olá! Meu nome é Stephan, Me mudei pra cá recentemente. Talvez você ainda não tenha notado mas somos vizinhos.
_Olá! Mesmo?- Disse ela meio sem jeito. De fato ela não havia reparado em seu novo vizinho, também não tinha tempo para isso. se desdobrava entre seu emprego no supermercado a noite, a faculdade pela manhã e o estágio a tarde. E também Stephan só havia se mudado a duas semanas.
_Bom não havia reparado que era você. É que não fico muito em casa. Mas prazer meu nome é Kelly!
Os olhares se cruzaram e na mesma hora Kelly sentiu que aquela noite seria "a noite".
_Estava pensando em darmos uma volta, tenho reparado em você, e já percebi que não tem namorado e passa a maioria do tempo sozinha.
Kelly sentiu um calor percorrendo sua pele, aquele tom de sacanagem com que ele entoou a ultima parte da frase fez ela imaginar sendo sodomizada por aquele desconhecido.
_Acho melhor não, estou cansada vou pra casa tomar um banho e deitar um pouco.
_Posso ao menos te oferecer uma carona? 
Ela pensou por alguns instantes mais aceitou. Ao entrar no carro veio um cheiro forte de cigarro, e ela reparou que era as bebidas que ela havia comprado ainda estavam no banco de trás do carro. Havia também uma maleta de couro com marcas do tempo, ela ficou curiosa para saber o que havia na maleta mas não ousou perguntar. 
_Você é muito linda! - Disse ele olhando para as pernas de Kelly que apareciam devido a sia ser um pouco curta._Tem belos seios também!
Kelly olhou rapidamente para baixo e verificou que os dois botões da parte de cima do seu uniforme branco estavam abertos. Agora com o rosto corado pela audácia daquele sujeito em ficar reparando e comentando sobre seu corpo ela começava a reparar alguns aspectos que outrora deixou de observar.
O tom de pele daquele homem era único, ela jamais havia visto um tom de pele como aquele. Como se ficasse se bronzeando com a luz do luar todas as noites. A voz dele soara tão convidativa, quase um convite dos deuses. O corpo era escultural e enrijecido como se malhasse o tempo todo.
_Parece que está curiosa quanto a mim!? 
_Não, é que nem te conheço direito e já estou pegando carona. - Ela está sem jeito mas ao mesmo tempo excitada olhando o volume na calça de Stephan.
_Quer saber de uma coisa. Vamos fazer algo agora... Vamos ir para algum lugar e conversar.
_Não podemos conversar aqui no carro enquanto vamos para casa?
_Calma eu não vou morder!
Os dois iam calados agora nesta parte do caminho, até que Stephan começa a passar de leve a mão no cabelo de Kelly. No começo ela fica um pouco sem jeito mas está explodindo de tesão, não transa a meses e também não tira os olhos do volume da calça de Stephan.
Stephan para o carro em uma rua mal iluminada e olha para Kelly com um olhar de puro desejo. Começou a beijar Kelly que de imediato correspondeu, as mãos percorrendo o corpo um do outro, o zíper da calça já aberto assim como a camisa branca de Kelly.
A respiração ofegante, o desejo ardendo sob a pele de ambos, ele sugava enlouquecidamente os seios fartos daquela bela mulher, ela por sua vez o masturbava com uma vontade incontrolável. Stephan enfiou a mão dentro da calcinha de Kelly que já estava encharcada de tanto desejo. Ele dedilhava o clitóris dela as vezes calmo as vezes com fúria, intercalando a velocidade com as inconstantes mordidas que dava ao pescoço da jovem. Ela por sua vez não parava de gemer alto e continuava a masturbar  Stephan. Ela está quase a ponto de gozar na mão daquele que a matava de tesão, sentindo que ela iria ter um orgasmo Stephan aumenta a velocidade com que enfia os dedos naquela caverninha quente e úmida, já sente as contrações orgasmáticas que antecedem o gozo então finalmente o gemido final e o liquido dos deuses escorrendo entre as pernas de Kelly. Ela se contorce gemendo, delirando com aquele gozo esperado há tanto tempo. Ela curte seu momento glorioso enquanto Stephan chupa os seios fartos e lambe dos dedos os vestígios de gozo que acabara de proporcionar.
Finalmente recomposta do orgasmo e ainda mais louca de tesão Kelly surpreende Stephan quando o empurra para o cano do carro e cai de boca no seu membro ereto. Ele quase não acredita no que está acontecendo, sua vizinha gostosa que ele mal conhece está ali chupando seu membro como se fosse um picolé de chocolate.
Ela sabe como fazer, apesar do tempo em que ficou sem praticar, ela chupava o membro com uma maestria incondicional, lambia e chupava as bolas, masturbava, dava leves mordidas... Stephan não aguentaria muito tempo aquela boca quente em contato com seu membro. Vendo que ele se retorcia de prazer, Kelly coloca todo o membro na boca, e com movimentos circulares com a língua ela o aperta contra as bochechas e o céu da boca, fazendo assim uma pressão enorme e muito gostosa.
Stephan já não aguentaria mais segurou Kelly pelos cabelos  e começou a cadenciar a chupada, quando enfim estava gozando, Kelly abriu a boca e olhos nos olhos de Stephan. Como uma puta domada por seu dono ela se rendeu e começou a receber uma quantidade significativa de sêmen em sua boquinha gostosa. Stephan gemia alto e observava sua porra indo parar na boca de Kelly, ela agora chupava a cabeça do pênis e lambia todos os vestígios de porra que sobraram, engoliu tudo e mostrou a língua para que Stephan analisasse.
De repente eles se dão conta de que estão no meio da rua, estacionados em uma rua da cidade fazendo loucuras. 
_Vamos para um lugar mais calmo e seguro? - Pergunta Stephan.
_Só se for agora. 
Então eles se recompõem, Stephan liga o carro com um sorriso no rosto e os dois seguem para um motel que fica a duas quadras dali.

A um outro canto da rua escondido atrás de alguns arbustos está Sammael, o vampiro mais cruel da região, olhando famigerado o casal se afastar. Ele que acabara de presenciar toda aquela cena estava agora faminto. Com andar calmo ele caminha em direção ao motel. Está com fome e quer se alimentar....


Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 10 de Setembro de 2008
Data da ultima revisão: 12 de Setembro de 2011 - 12:02 horas
Este conto é parte da obra: Memórias de um Vampiro.

Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Proibida edição, vinculação, impressão ou propagação por meios virtuais ou físicos do conteúdo
parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com

Fantoches do prazer


O vinho estava doce, a musica esta lenta acompanhando o clima que Néliton impusera com sua amada esta noite. 

Cláudia é jovem, safada, masoquista e disposta a conhecer novas formas de prazer, tem um belo corpo e um olhar que maltrata, que brinca com a luxuria e desperta a libido
Néliton é jovem, atlético, sadomazoquista e bem dotado, dono de uma supremacia sexual que poucos têm a sorte de obter... Ele é viciado em sexo, no sexo com sua esposinha que o atrai que o deixa maluco de tesão. Como de praxe ele adora surpreender e satisfazer sua amada na cama, não importa as conseqüências, e com isso reservou alguns brinquedinhos especiais para ela esta noite...

Tudo começa com o vinho, o casal apaixonado começa a beber em casa mesmo só por diversão, o final de um cansativo no trabalho, e o início de uma noite de loucuras. Claudia está com uma liga vermelha bem insinuante escondida embaixo da camisola de seda também vermelha que realça sua pele. Néliton está a um canto sofá, de calças sem camisa e descalço, esperando por sua amada trazer o vinho e os cigarros que ela foi buscar no balcão da cozinha. 
_Tenho uma surpresa pra você esta noite! -Diz Néliton despertando o desejo nos olhos de sua mulher. 
_Que é? –Pergunta ela enquanto solta a fumaça na cara de seu parceiro. 
_Paciência, daqui a pouco eles tão aí. 
_Eles? Eles quem? Do que você está falando? –Cláudia se excita com a resposta que veio sorrateira da boca de seu macho. 
_Nossos “brinquedinhos”. Fantoches que nos servirão esta noite, para despertar a fera e adormecer o anjo que tem em você! 
A campainha toca e Néliton se levanta de um salto, quando abre a porta ele se excita ao ver uma ruiva com seios enormes e lábios grossos, ao lado dela esta um moreno bronzeado, ligeiramente mais forte que ele, Néliton o encara e os convida a entrar. Cláudia é surpreendida na sala, estava apoiada no sofá, com a bunda toda empinada procurando o controle do som. 
_Amor tudo bem? –  Néliton pergunta querendo chamar atenção de sua fêmea. Ela se vira e quase deixa a taça de vinho cair, está assustada e não consegue abrir a boca.
Como seu marido trás pra dentro de casa pessoas que ela nem conhece, e ela está de camisola e... _Esses são Erick e Morgana, nossos fantoches sexuais, farão o que você quiser esta noite. 
Como uma criança que ganha um doce ela da um sorriso, olha de maneira erótica para Erick, que retribui com um aceno de cabeça. 
_Bom vamos começar vou pegar as algemas e toda parafernália! –Exclama Néliton enquanto vai saindo apressado para o quarto. 
_Então você gosta de brinquedos? –Pergunta Erick. 
_Sim, adoro! – Responde Cláudia com desejo infernal. Erick começa a tocar o corpo escultural de Cláudia que se retrai, ele a puxa forte pelo braço e a beija no pescoço, aperta os seus seios e lambe seus mamilos. Ela já está entregue ao pecado. Morgana fica de pé perto do balcão que separa a sala da cozinha, está ficando excitada com aquela cena delirante... 

_Voltei! –Diz Néliton ainda sem perceber que sua mulher já está entregue aos desejos de sua marionete. Ele se espanta com aquela cena. Sua mulher deitada no sofá de pernas afastadas e outro macho, este enfiando o dedo na intimidade que outrora foste apenas sua. 
Sua esposa o olhando nos olhos e gemendo, se entregando pra outro macho e ainda o fitando com olhar delirante. Ele se revolta quando sua esposa enfia a mão dentro da cueca de Erick. Vai andando em direção aos dois quando de repente é impedido. A ruiva sensual coloca a mão em seu peito, e o beija no pescoço, ele tenta se afastar, quer socar aquele cara que ousa tocar sua esposa. 

_Relaxe querido! Afinal foi pra isso que você nos contratou, você o chamou aqui pra comer sua esposinha. – E dizendo isso foi o sentando em uma cadeira. Ele estava ali olhando sua mulher sento tocada por um estranho, "nada pode ficar pior"; pensou ele. Mas estava enganado, Morgana veio por trás dele e algemou suas duas mãos atrás da cadeira, no começo ele não gostou, mas com os beijos quentes que recebia daquela estranha ele logo cedeu. Ela algemou também seus pés, e quando percebeu que ele esta imóvel, sem reação, foi se juntar a Cláudia. Néliton implora para que eles não façam nada com sua esposinha querida, mas já é tarde, o homem esta se ajoelhando no chão e lambendo a intimidade de Cláudia, a mulher esta sugando seus seios. Ela parece estar adorando ser possuída por dois estranhos, e o pior é que seu marido pagou por isso. 
Néliton percebe que sua esposa não o para de olhar, e isso vai aumentando sua raiva, a raiva o desejo de acabar com as carnes de sua esposa, de pegá-la como ela gosta, e não desse jeito que esse veadinho de merda está pegando. Cláudia não para de olhar para seu macho, não o que a possui agora, mas o que sempre será seu, o único que lhe desperta desejo e paixão ao mesmo tempo... 

_Me fode agora, me fode como nunca ninguém que fodeu, nem o meu marido, vai...-Cláudia fala entre os gemidos excitados. Erick se levanta e tenta colocar seu pau latejante entre os lábios de Cláudia, ela não aceita, faria tudo aquela noite, só não colocaria na boca o membro de outro homem que não fosse o seu. Erick tenta forçar uma chupada, mas Cláudia o afasta, então Morgana que beijava as pernas de sua “patroinha”, se ajoelha e começa a chupar o cacete duro de Erick.
Cláudia fica agradecida e de certa forma quer retribuir o favor, e olhando para seu macho se debatendo na cadeira, ela se deita no chão e começa a lamber a intimidade de seu brinquedinho, enfiando a língua cada vez mais fundo nas carnes daquela mulher. Néliton se debate descontroladamente tentando se soltar, agora não quer mais brigar com ninguém, só quer comer sua esposinha, quer chupar aquela buceta, beijar aquela boca com gosto de outra mulher. Quando ele pensa que já não pode piorar então vê Erick afastando a boca de Morgana de seu membro e a tirando de cima de Cláudia, ele a pega delicadamente pelas mãos e a leva para cima da mesa, a poucos passos de onde está amarrado Néliton, ele a apóia na mesa e levanta uma de suas pernas.

Começa a estocar com um descontrole total, sem ritmo e sem lubrificação alguma, apenas como um animal que ataca sua presa, Cláudia olha no fundo dos olhos de Néliton e vê novamente a luxúria encarnada em seu macho, então se inclina mais e o beija como nunca. 
Ela está ali sendo enrabada por outro macho enquanto beija seu marido, Néliton tenta se soltar das algemas, mas elas estão bem presas e já começam a machucar seus pulsos e tornozelos. As estocadas na intimidade de sua mulher vão ficando mais intensas, e a medida que ela o beija ele sente que ela vai gozar no pau de seu brinquedo, ele olha rapidamente para Morgana que entende o seu pedido silencioso, as estocadas estão aumentando, Erick já esta todo suado mesmo assim fode a buceta de Cláudia com intensidade, sentindo que vai gozar ela para de beijar seu macho e se inclina para trás na intenção de beijar quem a está comendo, mas se depara com a língua macia e molhada de Morgana que estava parada atrás de Erick a espera desse momento. 

Cláudia fica louca beijando uma mulher, e tem um orgasmo longo e satisfatório pensando em seu macho e na maravilhosa surpresa que este lhe fez, ela se contorce no membro daquele estranho que não a excita, se não fosse o beijo de seu macho e o toque de Morgana ela não teria tido um orgasmo tão cedo. 

Ela se recompõe e olha para seu marido, ali algemado e derrotado, ela quer retribuir o favor que este lhe fez, então dispensa Erick e fica apenas com Morgana. Solta enfim as algemas de seu macho e massageia os pulsos e os tornozelos dele, que estão um porco cortados devido a força que fazia pra se soltar. Ele a olha com amor e ódio ao mesmo tempo, a pega e a coloca ajoelhada na cadeira na cadeira, ela pede pra ele parar mas ele a quer fuder bem gostoso pra que depois não lembre do desgraçado que a comeu. Cláudia esta ali entregue ao seu macho, tinha esperado por isso a noite toda. Quando ele a imobiliza de vez começa a bater na sua cara e a chamar de puta, vadia, morceguinha oferecida, ela começa a chorar e ele decide que é melhor fazer outra coisa ao invés de machucá-la. Ele vai ate o sofá e busca Morgana que estava ali sentada, ele a coloca sentada na mesa bem próxima ao rosto de sua mulher, começa a passar o dedo na intimidade de Morgana e ela se excita tanto que já escorre por entre os dedos de Néliton. Ele chupa os seios dela com vontade e selvageria, enfia dois dedos no fundo daquela buceta molhada e quente de sua fantoche. 

Sua mulher ali chorando e os xingando, mandando parar, mas ele queria dar o troco então começou a beijar aquela boca carnuda da ruiva siliconada, ela o beijava como se estivesse chupando seu membro, com uma vontade incontrolável, ele com os dedos dentro dela, ela quase gozando e o beijando ardentemente... Ele chega mais perto de sua mulher ainda beijando a ruiva, e ela pode sentir a respiração dos dois, então inicia-se um beijo triplo, uma algemada, a outra sendo masturbada, e o outro apenas delirando com aquela cena sádica. Ele começa a mexer mais forte na buceta da ruiva sua mulher a beija com mais intensidade, ate que ela goza abundantemente na mão de Néliton, que a solta no chão e limpa as mãos em seus seios fartos. 

Morgana esta no chão ainda se deliciando de um orgasmo feroz, Néliton agora beija sua esposa e acaricia seus mamilos, enfia seu membro grosso dentro da boca de sua amada que o chupa, beija, lambe com mestria incondicional, ele a xinga e ela sorri, satisfeita por estar chupando o pau de quem mais queria aquela noite, ele solta uma de sua algemas a fazendo ficar meio de quatro na cadeira, então chupa e morde sua intimidade com tesão, ela se retorce com a língua de seu macho dentro de seu sexo, ele a chupa incontrolavelmente que ela goza na boca de seu parceiro. 

Ele lambe ate parar de sair a ultima gota do gozo de sua morcega, quando ela esta limpa e se recuperando da gozada gostosa que acabara de dar, ele a penetra lentamente, por trás, abrindo suas carnes sentindo seu membro entrar naquele rabo gostoso, ela rebolando meio sem jeito para o membro de seu parceiro entrar mais e mais fundo, ele sabia que ela gostava que ele a pegasse por trás. 

Quando o pau duro e latejante de Néliton já estava enterrado até o talo no rabo de Cláudia, ele começou a estocar com altivez e maestria, estocadas fortes e precisas, movimentos de vai e vem acompanhadas de tapas na bunda e mordidas nas costas, ele ia aumentando a velocidade das estocadas e Cláudia grita num misto de aflição e luxúria. Seu parceiro já em êxtase quase não se aguentando  já começa a demonstrar sinais de que vai gozar, então interrompe o coito, e penetra fundo nas carnes molhas da vagina de Cláudia, ela solta um grito muito alto, e geme freneticamente, para excita seu macho, ela já esta cansada, seu pulso esta doendo, e seu desejo está a mil. 

Néliton entende o recado e aumenta a velocidade com que empala sua amada, ela grita, ele a xinga puxando seus cabelos com uma mão, e com a outra ele aperta seus seios, os dois não se aguentam de tanta loucura e gozam juntos, ele enche a intimidade de sua amada com seu sêmen espesso, e ela molha seu pau e suas pernas com o gozo abundante que escorre. 

Os dois estão cansados e Morgana sai sorrateira e observadora, pega suas coisas e sai pela porta, afinal já tinha sido paga com antecedência. Estão sozinhos como no inicio da noite, só que realizados e ainda mais apaixonados, chegaram a conclusão que mesmo transando com outras pessoas, o amor e o desejo são sempre maior do que o ódio. 
_Te amo! –Sussurra Néliton no ouvido de sua amada. 
_Te amo mais do que a mim mesma! –Responde Cláudia abraçando seu amado e o beijando nos lábios. 

E assim os dois adormecem totalmente apaixonados, como se nada demais tivesse acontecido esta noite, amanha ninguém vai mencionar o que aconteceu, mas o desejo estará fervendo em seus pensamentos...

Autoria: Néliton Oliveira Santos
Escrito originalmente em : 8 de março de 2011, 12:35 horas

Data da ultima revisão: 22 de Agosto de 2011 - 11:40 horas
Este conto é parte da obra: Memórias de um Vampiro.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Proibida edição, vinculação, impressão ou propagação por meios virtuais ou físicos
do conteúdo parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Um dia perfeito - A reação



Porque tem que acabar? Porque não pode durar pra sempre? Aquele seu abraço no parque enquanto intercalava beijos e sorrisos eu achava mesmo que era pra sempre, que seria o início de uma linda história de amor... só que não!

Nem toda goiabada tem queijo, assim como nem todo abraço contém amor. Você disse que não daria pra continuar,  eu relutei contra e não quis entender e aceitar, mas no fim eu aceitei, empurrei todo aquele amor prematuro e adocicado pra dentro da garganta e engoli. Tinha um gosto amargo agora, não era mais doce, deve por causa das lágrimas que tive que reprimir. Botei um falso sorriso no rosto e disse que iria ficar tudo bem, mas não dá, não consigo parar de pensar em você!

Hoje acordei e tinha um beija flor na minha janela, parece estranho mas me lembrei de você, ou melhor lembrei daquele único dia em que nos vimos no parque, a sutileza e os movimentos precisos da ave me lembravam o tremular dos seus cabelos soltos ao vento, o beijo vampírico que ele dava nas roseiras lembrava-me dos seus beijos carinhosos e intimamente vitais. Te juro que é verdade, eu sinto mesmo a sua falta!

Até escovar os dentes está sem graça, ultimamente tenho comido mal e dormido menos ainda, o cigarro voltou a me fazer companhia, e a garrafa de whisky de milho hoje me dará o ultimo gole. Eu que outrora era um libertino agora não me interesso por outra mulher que não seja voce! Somente seu corpo será meu templo e somente a sua mão poderá me trazer paz e acalento nesses dias turvos.

Eu sei que vou superar, afinal ninguém morre fisicamente de amor! Mas é que por dentro eu não estou legal, abriu-se um buraco negro que consome tudo o que eu tento absorver para me preencher, pensei em me mudar de cidade, mudar de emprego e dar um upgrade no visual. Mas eu ainda continuaria sendo apaixonado por você! Nem se as estrelas do céu virassem gotas de chuva jamais equiparar-se-iam ao volume de minhas lágrimas por ter que viver sem você! Foram apenas cinco horas juntos, mas que perpetuaram na memória, ecoaram na eternidade e me farão lembrar para sempre de você!


Com amor e carinho daquele sujeito estranho e cheio de manias  que você não quis amar. Mil e um beijos!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Um dia perfeito - O encontro



Pra falar a verdade, as vezes minto... Penso em você o tempo todo, enfim amanhã será nosso encontro...

Estava atrasado, em enrolei na saída do trabalho , atendi sua ligação com o receio de você dizer "deixa pra amanha, ja to te esperando a tempo demais". Mas pra minha alegria você também havia se atrasado, não demorou muito e eu já estava na rodoviária da sua cidade. O telefone tocou e você me disse que estava parada em lugar proibido que não era para eu me demorar.

Quando cheguei do lado de fora você estava lá toda linda naquele carro prata, seu cabelo era vistoso e sua boca parecia estar me chamando a cada vez que se movia. Fomos ao parque da cidade e na chegada tomamos um líquido para irrigar por dentro nossos corpos tímido de desejo e tesão.

Conversas fluídas como eu imaginei que seriam, eu bebendo energético pra em manter acordado,e  ela suco de laranja pra se manter ocupada, eu flertando o tempo todo e você ela fazendo de santa, quer mas não quer, puxa mais depois solta, morde e assopra, é um jogo de sedução ao qual eu não estava habituado, mas estava amando cada segundo!

Peguei na sua mão e disse vamos caminhar? Ver os bichos? Quem sabe até vejamos o leão... você com aquela boca sensual me disse "sim, vamos".

Poucos metros de caminhada e eu j´segurava sua mão, atrevido te abraçava em cada oportunidade. Um atalho no caminho para ver os patos na lagoa. Não havia pato algum, eu já sabia disso, na verdade eu fingia que havia patos e você fingia que acreditava, no fundo só queríamos sair da vista das pessoas, nos esconder pra namorar.

Paramos no meio do caminho entre uma lagoa e outra e eu puxei seu corpo mais pra perto do meu, senti seus cabelos no meu rosto, sua respiração quente em meu pescoço, suas mãos a segurar forte meu ombro, você fica muda e nos falta uma coisa... O glorioso momento em que lhe dei o primeiro beijo intenso, com sabor de fruta mordida. Daquele tipo de beijo que te arrepia inteira, te entorta os pensamentos e excita cada fibra do seu corpo.

Depois disso não parávamos mais de nos beijar, íamos andando e nos beijando, brincadeiras sorrateiras e mais beijos. Queria que aquele momento não acabasse nunca, queria ficar com você até que não houvesse mais água na terra, até que todo ar fosse respirado, até que toda flor tivesse virado semente. Chegamos a outro ponto do parque e ficamos olhando os patos (é desa vez tinha patos), falamos sobre muitas coisas e eu te provocava com palavras e toques, você me seduzia com beijos e mordidas.

Nos sentamos  a alguns metros dali na sombra de uma mangueira, o banco não era tão confortável mas valia a pena só por você estar comigo. você se sentou do meu lado e nós continuamos a conversar, a nos beijar, as horas passaram tão rápido entre beijos e beijos. Você me contava sua história e eu ouvia apaixonado, eu te contava a minha e você me olhava assustada, mas aos poucos foi se acostumando...

Não me lembro de alguma outra mulher ter feito com que eu sorrisse tantas vezes eu tão pouco tempo. Você realmente soube me conquistar, você sabia exatamente o que estava fazendo, e agora eu não conseguia mais parar de olhar pra você, eu já era seu e agora queria que fosse minha também Quero ter você sem pressa, sem hora marcada ou olhadas sorrateiras no relógio. Quero ter você por mais de uma noite, mais que um fim de semana, que dure pelo menos 700 ciclos solares. Que deixe lembranças quando voltar pra casa, que de saudade quando o telefone tocar, que sinta seu cheiro ao tirar minha roupa. Quero que seja instigante, inebriante... eterno.

Mas o mesmo sol que servia de testemunha de nosso romance também seria o traidor do nosso encontro. As horas passaram rápido demais na sua companhia, tínhamos que comer alguma coisa e nisso nos levantamos e fomos embora nos beijando e andando, andando e beijando...

Chegamos no carro e você rapidamente ligou o ar, abaixou os vidros e me olhou perguntando se eu estava com calor, até que eu estava mas nada estava mais quente que o meu coração batendo por ti. No caminho procuramos algum restaurante aberto, sem sucesso fomos ao Habib's, você me flagrou com meus 'toc's", meu excesso de zelo e cuidado na organização da mesa e refeições. Espero que saiba que isso se estende também a vida, a nossa vida juntos!

Enfim chegamos a rodoviária, eu estava tão triste por ter que te deixar que nem queria me despedir, apenas fiquei te olhando durante todo o trajeto e elogiando sua beleza incondicional. Quero que dias como esse se repitam quantas vezes for possível, não teve sexo, não teve culpa, somente uma semente plantada no jardim do amor, e eu pretendo regá-la com todo carinho e dedicação. Já estou com saudades minha pequena, gosto muito de você!!!