“Só uma coisa somos com extrema facilidade: vulgares.” - George Bernard Shaw

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Devaneios - Libido Aflorada



A beleza tem sua magia, que queima ate surgir o prazer...  E agora ela sabe que o céu é o limite para os sonhadores, e não há como impedir a mente de sonhar, em seus delírios uma pessoa pode ser diversas coisas, engraçada, sexy, misteriosa, linda, entediante...  ou PUTA!

***

Ser solteira numa cidade grande pode ser muito solitário... A pequena casa onde Karen mora é o único lugar que foge do mundo real. E a leva para diferentes universos... Karen pegou o notbook na mesa de centro, e pensou em como é triste ser uma mulher sozinha numa cidade tão grande, cheia de coisas novas para fazer...

O seu quarto que ficava no alto do sobrado onde mora, é também a masmorra onde ela se diverte e vivencia as mais profanas fantasias eróticas. Agora está planejando algo diferente, para então conseguir se entregar por inteiro a esse mundo de luxúria. Uma clássica cena de amor entre três pessoas, pensava Karen. Um caso de amor entre três pessoas era inacreditável. E ela estava curtindo imaginar esse triangulo amoroso de corpos perdidos no desejo.

A cada dia que se passa Karen sente ainda mais a necessidade de um membro latejante roçar entre suas coxas, sente um desejo enorme em seios e pernas femininas... seus dedos já não a satisfazem tanto quanto no começo. Estava mesmo querendo um pau na sua boca, não esses brinquedinhos que ela usava em noites quentes, mas sim um pau grudado num macho bem robusto e malhado.

Ordinária! - Pensava ela!

Está decididamente procurando algo diferente, que desafie as leis da moralidade. Que tal um casal?! Mas talvez seja difícil abrir o coração e tentar uma relação afetiva que ocupe seu tempo. E quando conseguir? O que vem depois? Essa era a pergunta que fazia com que ela retraísse novamente. Karen estava transbordando de desejo, salivando a espera de um membro e uma xana, pudor e moralidade já não faziam mais parte dos ideias.

De tanto procurar algo que a levasse longe dos relacionamentos comuns conheceu Miguel e Juliana, um casal que sentia vontade de explorar novas relações. Karen sentiu-se animada e explodindo de tesão, fitava com voracidade o volume na calça do homem a sua frente, o jeito como ele segurava a coxa da sua esposa... O jeito como ele movimentava os lábios para produzir o som grave das palavras que saiam de sua boca, tudo era entorpecido por uma luxuria incontrolável, quando se deu conta estavam a caminho de um motel e ela estava totalmente disposta a experimentar como seria essa aventura.

Mas o que Karen não sabia (pra sua felicidade) é que a esposa queria apenas observar no início. De certo pra ver se gostava de ver outra mulher chupando seu marido. Esse seria o caso de sexo entre três pessoas que ela havia imaginado semanas atrás, e ela curtiu fazer parte desse triângulo sexual de corpos embebidos em luxúria. Alguns drinks depois e toda aquela excitação, todos os pensamentos que tinham uns nos outros criava um desejo mais íntimo... E por incrível que pareça esse lado da vida é muito atraente quando está bem na sua frente.

Karen sentia-se desejada, cobiçada e necessária. O olhar fixo da esposa e a língua infernal do marido despertando sua libido a faziam tremer, parecia que trepava com mil demônios, a língua era tão macia, a boca tão quente, as mãos eram suaves e firmes, e abarcavam fielmente o volume de seus seios médios. Karen já não se aguentava, queria aquele cacete dentro de sua caverninha, porém já estava no ápice do prazer e tinha que liberar aquele orgasmo que por tanto tempo esperou... Virou os olhos dentro da órbita quando a esposa veio e começou a sugar seus seios, esse foi o convite ao orgasmo inebriante e inesquecível, as pernas tremiam, os olhos reviravam, o fôlego era difícil de ser cadenciado.

Por um instante o tempo parou e de imediato sentiu algo molhar entre as pernas e inundar o lençol. Vindo de dentro o cheiro de orgasmo feminino misturado ao suor era altamente convidativo, foi quando Miguel fez o convite ousado.

Como assim cadela? Querem que eu seja um bichinho nas mãos deles? Aff... Mas como seria isso?

A curiosidade de Karen era maior que o medo de não vivenciar esse momento, então depois de muito pensar ela ela acabou cedendo as vontades de seus novos "amigos". No começo estavam apenas trepando, as chupadas que Juliana lhe davam eram estranhamente excitantes, e o cacete duro feito pedra do seu parceiro calava fundo na garganta da vadia despudorada. Enfim começaram a se entregar, um clima místico tomou conta do ambiente, o homem levantou-se e colocou uma música agressiva pra tocar. A música era "Obedience", da banda Marduk, o som bate estaca frenético fazia a libido de Karen quase explodir em seus genitais.

E mesmo estando tórpida de desejo Karen ainda teimava em querer mais e mais desse tesão doentio que estava sentindo. Ela tremia e suspirava só de sentir os bicos dos seios da mulher em suas coxas, a língua em suas carnes e os dentes em seu clitóris. Tudo era paixão, tudo era prazer, tudo era deleite...

O homem que agora já estava quase entregando os pontos assistia sorridente a valsa de línguas e dedos na intimidade da sua mais nova cachorrinha, sentia que iria explodir pela genital se não gozasse depressa na boca das duas cachorras.

Então pegou firme sua esposa pela cintura, as estocadas eram profundas e selvagens, os seios saltitavam e os gemidos eram alternados com o baque surdo das estocadas violentas. Juliana sabia mesmo rebolar, sabia o ponto fraco de seu marido, Karen estava tão embalada pelo momento que mal se mexia, mal pensava no que ocorria dentro daquele quarto. Mais alguns minutos de bate estaca e estocadas profundas e então o gozo facial do marido exausto...

As duas se ajoelham e sentem algo viscoso e com aroma singular tocar sua pele, o liquido era deliciado e disputado gota a gota pelas duas cachorras. O homem se deita na cama e as duas se beijam engolindo pouco a pouco o seu prêmio líquido, lambiam o rosto puritano uma da outra com muita vontade e desejo... Tentavam sugar ainda mais algum bocado do pênis amolecido e então voltavam a se beijar, enfim deitaram-se na cama, a esposa com o marido e Karen aos pés da cama, como uma cadela obediente e concisa.

Essa noite fora inesquecível para Karen, sentia-se agora mais completa, sentia mais vontade e menos medo de experimentar as coisas boas da vida. Certamente já se via fazendo coisas outrora inimagináveis, continuará certamente a se encontrar com os seus novos amigos, quer ser domesticada e sodomizada por eles. E assim abri-se-á um leque de experiências a sua frente, a cada dia uma nova cena, uma nova tarefa, e sempre a mesma doutrina...





Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 20 de Setembro de 2013
Data da ultima revisão: 25 de Setembro de 2013 - 04:13 horas
Este conto é parte da obra: Devaneios.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Proibida edição, vinculação, impressão ou propagação por meios virtuais ou físicos do conteúdo
parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Devaneios - Up Grade!



"Quão belos são os teus pés
nas sandálias que trazes, ó filha de príncipe!
As colunas das tuas pernas são como anéis
trabalhados por mãos de artista.
o teu umbigo é uma taça arredondada, 
que nunca está desprovida de vinho.
O teu ventre é como um monte de trigo
cercado de lírios.
Os teus dois seios são como dois filhinhos 
gêmeos duma gazela.
O teu pescoço é como uma torre de marfim. 
Os teus olhos são como as piscinas de Hesebon, 
que estão situadas junto da porta de Bat-Rabim. 
O teu nariz é como a torre do Líbano, 
que olha para Damasco.
A tua cabeça levanta-se como o monte Carmelo; 
os cabelos da tua cabeça são como a púrpura
um rei ficou preso às suas madeixas.
Quão formosa e encantadora és, 
meu amor, minhas delícias!
A tua figura é semelhante a uma palmeira. 
Eu disse. Subirei à palmeira, 
e colherei os seus frutos.
Os teus seios serão, para mim, como cachos de uvas, 
e o perfume da tua boca como o das maçãs." - Salomão

Você conheça pessoa "perfeita", saem pra tomar sorvete e ela te fala que gosta dos Beatles e Ramones, quer coisa melhor que isso? Semanas se passam e vocês assumem publicamente o namoro, tudo está fluindo, tudo vai bem... Até que os beijos deixam de ser roubados e se tornam obrigatórios. O abraço ainda aconchega porém prende mais do que conforta, lembra aqueles apelidos carinhosos, "benzinho, mozão, mô"? Pra onde foram?

Hoje completando um ano juntos, não tem mais beijo roubado e nem obrigatórios, você não faz mais questão de abraços, lembra-se  dos apelidos carinhosos diminutivos? Então, eles cresceram e se tornaram palavrões, "burro, cavalo, doente"!
Nem aquelas saídas estratégicas pra "namorar'' acontecem mais, pra que também né, nem o que deveriam fazer em casa não fazem, então pra que ir pra motel?
A monotonia tomou conta da relação, das suas vidas e da sua casa. Você se sente um cavalo na carroça com um tampão nos olhos e o freio na boca recebendo ordens da mão inquisidora do parceiro infiel.


Pois bem eu lhes mostro a saída para resgatar o fogo do início de namoro, preste atenção e faça exatamente o que eu disser:

Que tal um encontro apaixonante? Das mais variadas maneiras, que tal começar assim...


Uma bela noite noite enluarada a caminho do teatro, assistir a um espetáculo sensacional. Pode apostar que sairão transformados , esse espetáculo irá despertar discussões criativas entre vocês, que esse clima mágico os toque, que mobilize, que divirta.

Depois... jantar né? Num local aconchegante, sofisticado, de bom gosto. Sim, luz de velas é um clichê que funciona. A música (pode ser do pianista que toca bem), dá o clima charmoso ao ambiente.

Dançar pode até parecer ridículo, mas garanto que será encantador. Vocês irão gostar muito de vivenciar isso, esse tipo de coisa é folclórica! Daí como no primeiro encontro vocês ficaram abraçados, essa será a chance para sentir o perfume caprichado, mais alguns drinks bonitos e suaves então o parceiro paga a conta aos moldes de um cavalheiro... As risadas surgem faceiras e as trocas cúmplices de olhares atestaram a deliciosa companhia.

Motel será consequência de uma pegada firme e de uma noite de conversas fluidas, interessantes, potencializadas e divertidas. Mas não será uma condição por serem casados, e sim um desejo lascivo e ardente, emanado pelo bom gosto.

Agora banheira e bebidas, desejo e sedução... e assim termina o encontro perfeito, o upgrade num casamento agora repleto de alegrias. Agora basta você não fuder tudo outra vez com sua ignorância e impaciência, seja sempre coerente e sensato. Mulheres gostam disso (Homens também)...




Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 141 de Fevereiro de 2009
Data da ultima revisão: 24 de Setembro de 2013 - 03:23 horas
Este conto é parte da obra: Devaneios.
Todos os direitos reservados, Lei Federal número 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Proibida edição, vinculação, impressão ou propagação por meios virtuais ou físicos do conteúdo
parcial ou total deste conto.
Contato com o autor: nelitonoliveira@hotmail.com

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Boquete, só boquete!



Boquete, palavra simples com um significado ainda mais simples. Minhas queridas não precisa complicar, boquete é uma coisa que todo homem gosta e que ja é lhes ensinada antes mesmo de terem nascido os dentes.

Quem lembra da chupeta? Pois bem, vocês acham que fazer um boquete é diferente de chupar uma chupeta? É praticamente a mesma coisa, a diferença é que você tem que tomar cuidado pois agora já tem dentes. Não va machucar seu parceiro heim?!

Agora vamos do principio, comece beijando, não o coloque direto na boca, os melhores prazeres da vida são vividos pouco a pouco, deixe que "ele" deslize para dentro da sua boca  a medida que você o deixe molhado o sulficiente pra isso, mas não babe igual um cão raivoso, pelo menos não ainda.

Permita-se deliciar esse momento, encare seu parceiro com a cara mais vagabunda que conseguir fazer. Isso irá despertar o "dominador" adormecido em seu macho, certamente ele segurará seus cabelos e te obrigara a engolir o membro por completo, não hesite, apenas absorva centimetro por centimetro o seu trofel de nervos e veias pulsantes. Faça de sua boca uma vagina, deixe que ele meta com força o caralho duro nela, agora sim voce pode babar o quanto quiser, e quando ele quase se entregar pare e de um sorriso segurando o caralho com a mão ainda masturbando seu macho.

Se ajoelhe e implore pelo sêmem de seu querido, peça com uma voz meiga de putinha delicada, faça despertar os desejos e loucuras que ele nunca te revelou, coloque o membro dele no meio dos seus seios (independente do tamanho deles), uma espanhola bem molhada e safada é um convite a entrega... Mais algumas chupadas e então receberá seu prêmio leitoso na boca e seios. Não fique brava se ele encher sua boca com o liquido, apenas aceite e depois cuspa fora, lembrando que engolir é apenas uma opção...

Pronto, agora é só partir pra cima e cavalgar em cima do seu garanhão usando toda safadeza e aproveitando o máximo da puta que tem dentro de voce...


Att,


Santolli.