“Só uma coisa somos com extrema facilidade: vulgares.” - George Bernard Shaw

terça-feira, 3 de julho de 2012

Carta em terceira pessoa

O que seria mais interessante que agradar as pessoas que gostamos? Agradar com mimos e travessuras, brincadeiras e romantismo... Pois e pessoal a vida não e fácil pra ninguém, agradar quem a gente gosta esta se tornando cada dia mais complicado, essa garota que eu tento conquistar a alguns meses (essa que tem namorado), e um exemplo do quão difícil e a arte da conquista. Confesso que ainda nao fiz grandes tentativas de me aproximar realmente dela, mas sei la, a vontade me faz exitar, pensar e desistir.As vezes acho que deveria espalhar aos quatro ventos que eu a amo, que sou loucamente apaixonado por ela, as vezes acho que deveria leva-la pra jantar e surpreende-la com uma declaracão original e inesquecível. Mas sempre acabo reprimindo esse sentimento, a cada dia que passa sinto que a amo mais e mais, o sentimento vulgar e ambicioso de ter ela nos meus bracos, fazer amor loucamente e depois enche-la de carinhos e afagos. Ela tem um jeito lindo de sorrir, de olhar, de me enlouquecer.
Eu já fiz tantos planos para satisfazer emocionalmente e sexualmente essa garota que as vezes esqueço ate dos meus próprios objetivos como pessoa, quando me perguntam o que quero a resposta sempre e ela, quando me perguntam em que eu estou pensando a resposta sempre e ela, e altamente inconcebível não pensar nela. Quero agrada-la a todo tempo, todos os minutos e milésimos de segundo, acho que isso e amor, se não for e o mais próximo que eu consigo chegar desse sentimento. Sei que nunca vou ser realmente feliz e realizado enquanto ela não estiver ao meu lado. Mas se for pra ser um dia sera, não vou pressionar ou exigir que ela fique comigo, vou deixar acontecer, as vezes as melhores coisas da vida vem do inesperado, dessa angustia excrucitante de saber se vai ou não acontecer, se ela algum dia vai me amar loucamente como eu a amo...

Autoria: Néliton Oliveira Santos
Originalmente escrito em: 04 de Julho de 2012
Data da ultima revisão: 04 de Julho de 2012 - 01:55 horas
Este conto é parte da obra: Cartas que não foram entregues, de Néliton Oliveira.

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